Mochilão com Rafael Faria

The world is a book, and those who do not travel read only a page. (St. Augustine)

Archive for June, 2009

Bath, Salisbury e Stonehenge Tour

Hoje um pouco melhor do resfriado acabei reservando um tour para Bath, Salisbury e Stonehenge.

Para quem estiver perguntando como eu achei o tour, a dica é procurar no google, pois tem várias empresas que fazem estes destinos entre outros como Oxford, Windsor Castle, the Cotswold, Leeds Castle, Canterbury, Dover, dentre outros.

Mesmo não tendo ideia do que Salisbury poderia me oferecer em relação à turismo este foi o mais em conta pois eu queria visitar Bath e Stonehenge. Salisbury acabou sendo apenas um bônus.

Enfim, o tour me custou 44 libras, entradas não inclusas e eu fiz o booking no site: Viator.com

Tenho que confessar que achei que iria gostar mais de Stonehenge do que Bath mas acabou sendo o contrário.

Bath é uma cidade do sudoeste de Inglaterra, muito conhecida pelos seus banhos termais que provém de três nascentes (ou captações de água). Se diz que a cidade foi criada devido aos romanos terem alí descoberto uma água com propriedades milagrosas (curativas), no qual o Império Romano construiu umas termas. Só que a tradição oral indica que já era conhecida antes. Ainda hoje esta água proveniente dos seus nascentes é considerada curativa para muitos males (doenças). Desde a época Elizabetana até a época Georgiana, foi um complexo termal para os ricos. Por causa disto, a cidade possui numerosos exemplos de arquitectura georgiana, com o expressivo ao Royal Crescent (Crescente Real). A cidade tem uma população de cerca de 80.000 habitantes e é Património da Humanidade.

Roman Bath

A entrada para os “Roman Baths” custa 11 libras e estudante tem um pequeno disconto pagando 9,50 com guia de audio gratuito (não tem em português).

Foi realmente muito interessante passear pelos corredores e arquitetura do lugar e entrar um pouquinho na história.

Ficamos em Bath por volta de 1 hora e meia e seguimos para Salisbury.

A Catedral de Salisbury, um dos edifícios mais famosos da cidade, a maior igreja em todo o Reino Unido. Custava 5 libras pra adulto e 4,25 para estudante mas eu acabei economizando porque foge um pouco do meu interesse.

Catedral de Salisbury

Já Stonehenge é um monumento megalítico da Idade do Bronze, localiza-se na planície de Salisbury, próximo a Amesbury. É uma estrutura composta, formada por círculos concêntricos de pedras que chegam a ter cinco metros de altura e a pesar quase cinqüenta toneladas, onde se identificam três distintos períodos construtivos: 3100 a.C.,2150 a.C. e 2075 a.C.

Para alguns são apenas um monte de pedra em cima da outra, para outros é um lugar místico e misterioso uma vez que ninguém sabe ao certo como as rochas foram parar lá ou o porquê da sua formação ou quem fez aquilo e como. É tudo muito incerto, a única coisa que existe são lendas, teorias e mitos.

Stonehenge

Foi ótimo e recomendo, são lugares que valem a pena conhecer se você tem tempo e que com certeza vão ficar na memória.

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A troca de guarda do Buckingham Palace

O resfriado me pegou pesado e eu estou a base de um coquetel de xaropes e vitamina C, o que tem me derrubado e me segurado um pouco de fazer qualquer atividade. Mas estou melhorando.

De qualquer forma levantei cedo na segunda feira e fui em direção ao Buckingham Palace, assistir a troca de Guarda que acontece todos os dias as 11:30 da manhã.

O Palácio de Buckingham é a residência oficial da monarquia britânica em Londres, Inglaterra. Somado ao fato de ser a residência onde a rainha Isabel II mora, o Palácio de Buckingham é o local de entretenimento real, base de todas as visitas oficiais de chefes de estado ao Reino Unido, e uma grande atração turística. Tem sido um ponto de religação para o povo britânico em momentos de grande alegria e de crise.

Troca de Guarda

O átrio do Palácio de Buckingham é usado para o “Render da Guarda” (também conhecido como “Troca da Guarda”), uma importante cerimónia que é usada como atracção turística (diariamente durante os meses de Verão; em dias alternados durante o Inverno).

A troca de guarda dura aproximadamente 30 a 40 minutos. Me sentindo pesado e indisposto voltei pra casa do Marcel, onde permaneci em repouso, e terminei de assistir a terceira temporada de Prison Break.

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Domingão em Londres

Londres tem uma programação extensa de espetáculos e musicais, me lembrou muito NY.

Um deles em particular eu sempre quis ir, o STOMP. Perdi a chance de assistir o de NY, quando eles foram ao Brasil acabei deixando a oportunidade passar também, e quando eles finalmente foram pra Austrália eu já não estava mais por la, portanto chegando aqui eu decidi que eu iria assistir o espetáculo.

Na porta do teatro

Pra quem não sabe STOMP é  um famoso grupo de dança que usa o corpo e objetos comuns para criar performances teatrais físicas percussivas. Para mais informações e compras de tickets visite o site www.stomplondon.com. E caso esteja em dúvida de qual assento escolher, posso aconselhar a escolher qualquer um porque o local não é muito grande e acredito que de qualquer parte do teatro você vai ter uma boa visão e acústica do show.

Neste domingo eu também visitei a Hillsong Church London, sede da igreja que eu costumava ir e fazer trabalho voluntário enquanto eu morava na Austrália.

O que me atrai mais na Hillsong, apesar de ainda ouvir críticas quanto a isso, é que ela foge daquela programação conservadora e tradicional de igrejas protestantes como a presbiteriana. Não me entenda mal, não estou criticando os presbiterianos mesmo porque eu frequentei a igreja presbiteriana desde os meus 16, mas desde quando me mudei para São Paulo em 2000 e comecei a frequentar a Sara Nossa Terra passei a desenvolver um interesse maior em uma igreja mais avivada.

Louvor da Hillsong

Na verdade não importa onde estamos desde que nos sentimos bem e perto de Deus certo?

O Ministério de Louvor Hillsong Music Australia é mundialmente conhecido. Desde 1992, o ministério já lançou 40 álbuns.

Para quem estiver em Londres e não tiver planos pro domingo e quiser conhecer a Hillsong ela fica no The Dominion Theatre, 268-269 Tottenham Ct Rd, London, W1T 7AQe o site http://www.hillsongmychurch.co.uk/

Você não vai se arrepender. :)

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Mayor of London

Bom, se você ainda não veio à Londres não vai entender mas quando chegar aqui vai fazer um pouco de sentido. Mas para esclarecer de uma vez por todas, a brincadeira no título se dá por causa das placas relacionadas à serviços públicos que são assinadas pelo Mayor of London.

Londres é uma cidade fantástica porém um tanto quanto cara, embora eu tenha adorado as lojas de 99p (tudo abaixo de 1 libra). Apesar de alguns lugares aceitarem o euro, a moeda oficial é a libra.

O transporte funciona muito bem e me senti dentro dos filmes andando naqueles tradicionais ônibus vermelhos. O metrô chama “underground” ou “tube”  e uma das sugestões que eu dou é comprar um day pass ou weekend pass ou week pass dependendo do tanto de tempo que você vai ficar por aqui. Com o cartão oyster fica ainda mais barato, saiba mais informações no site https://oyster.tfl.gov.uk/oyster/entry.do.

No meu primeiro dia eu visitei os pontos básicos de Londres como as Casas do Parlamento, Big Ben, London Eye, London Tower, London Tower Castle, Abadia de Westminster, Buckingham Palace, entre outros.

Big Ben

Embora Londres seja conhecida por sua extensa quantidade de museus eu não sou muito fã de arte portanto acabei pulando essa parte. Mas para quem gosta existem alguns principais que valem uma visita como o Museu de história Natural, Museu de ciência, Tate gallery.

Não deixe de ir até o Camden Market, onde você encontra uma grande quantidade de lojas e restaurantes. Uma boa opção para quem gosta de fazer compras, bem parecido com uma 25 de março, mas muito mais extensa e com uma melhor qualidade.

A noite de Londres é bem interessante. Eu tive a felicidade de estar no meio de pessoas que conhecem a cidade portanto me levaram em alguns lugares bem interessantes. O mais engraçado é andar por algumas ruas e você ter certeza que vai dar em um beco sem saida ou em algum ferro velho, mas derrepente em uma esquina você se depara com ruas e mais ruas com vários bares e pubs lotados de gente. Dois lugares legais que eu posso recomendar é o Cargo e o Rock and Roll, embora eu não tenho ideia o endereço desses dois.

Como nem tudo são rosas, a única coisa que anda me incomodando é o clima. Apesar de verão a noite pode ser bem fria o que esta me rendendo um bom resfriado e uma boa tosse que insiste em ficar cada vez pior. Não, não é a gripe suina, eu espero :) hahaha.

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Minhas impressões sobre Bruxelas, Bélgica

Como achei que 6 dias para mim em Paris era muito e já havia visitado todos os lugares que eu gostaria de ter ido acabei pegando um trem pra Bélgica visitar um amigo em Bruxelas. O trêm custou €115 ida e volta pela Thalys e dura 1 hora e meia de um ponto a outro.

Este é uma das desvantages de planejar adiantado sem conhecer os lugares. A partir de agora vou deixar as coisas rolarem e tentar não planejar tanto. Talvez seja mais interessante!

A Bélgica é um lugar lindo, porém muito pacato. Bruxelas não tem muito o que fazer e chegar aqui numa segunda feira não ajudou muito.

Andar de ônibus e metrô é bem tranquilo, a passagem de ambos custam €1,70 mas como não existe um controle várias pessoas não se interessam muito em pagar, é meio bizarro.

Na Bélgica, apesar da maioria falar francês, neerlandês (dutch) também é uma língua oficial. A maioria, senão todas, as placas possuem tanto o nome em francês quanto em neerlandês.

Vir aqui você não pode deixar de visitar o Grand Place, principal praça de Bruxelas, andar pelo centro passando pelos restaurantes sofisticados e lojas de chocolate, provar das cervejas belgas, visitar o Atomium e o Manneken Pis fountain.

Manneken Pis fountain

Não deixe também de provar o Pitta, um tipo de kebab muito tradicional aqui na Bélgica. Também as batatas fritas com maionese, além dos crepes e das waffles.

Fiquei pensando se iria ou não a Bruges e acabei decidindo por não ir, a passagem custava €28 portanto achei que não compensava. Talvez eu me arrependa mas infelizmente em algumas coisas na minha viagem preciso aprender a dizer não, essa foi uma delas.

Nesta quinta volto a Paris para pegar o meu vôo para Londres.

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Crítica de Albergue – Paris

Após muito pesquisar, principalmente com as dicas do site Mochileiros.com, acabei escolhendo o hostel Le D’Artagnan em Paris. Foi o único hostel que não fiz a reserva pelo hostelworld.com pois pertence a rede dos Albergues da Juventude.

O Albergue é imenso, porém tamanho não significa qualidade.

Apesar de ter ouvido boas críticas do albergue a minha, e quero enfatizar o “MINHA”, não foi das melhores.

Não sei comparado à outros albergues da cidade, mas comparados aos que já fiquei até hoje esse não estaria nem perto de ser um dos melhores. Também foi a minha primeira experiência em um Albergue da Juventude, onde você encontra desde grupo com dezenas de crianças até pessoas muito mais velhas do que você esperava ver em um hostel.

As pessoas são atenciosas mas me senti ali apenas “mais um”.

Em uma das noites que cheguei no albergue, na recepção não havia ninguém que falava inglês, wi-fi teóricamente é gratuito mas não funciona, pelo menos não funcionou comigo, pra usar internet você paga €2 pra cada 30 minutos em computadores antigos onde usam um sistema horrível que trava toda hora.

Eu não sou fresco em relação à dormir, mas quase morri de alergia do colchão, não sei o que tinha neles mas mal conseguia dormir. Uma outra coisa rídicula é que durante as 12:00 às 15:00 eles pedem pra não ficarem nos quartos ou no andar em geral para limpeza, e ao mesmo tempo dizem que não são responsáveis por seus pertences. Nos quartos não tem lockers e não gostei nada dos banheiros que eram bem parecidos com os que eu usava nos acampamentos da Austrália.

Se você não tem o cartão do Albergue da Juventude você ainda paga um adicional de €2,90 por dia.

Entretanto, o café da manhã se salva. Frutas, cereais, iogurte, pão com presunto e queijo, suco de laranja entre outras coisas.

Eu considero o hostel regular, não conheço mas uma dica de um amigo que ficou em Paris, fique no , você pode fazer a reserva ou pelo site ou pelo hostelworld.com.

Nome: Le D’Artagnan
Site: http://www.hihostels.com/dba/hostels-Paris—Le-d-Artagnan-020001.en.htm
Diária mais barata: €23 em um quarto com 4 camas

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Ainda em Paris, as Catacumbas e o Louvre

Finalmente consegui acordar cedo pra conferir o café do hostel, com esse tempo que Paris esta tendo está sendo muito difícil levantar mas hoje eu finalmente consegui.

Sai direto pra conferir as Catacumbas, fica logo na saida da estação do metro, Denfert-Rochereau. Ontem eu havia ficado quase 1 hora na fila e quando estava próximo a entrar, fecharam o lugar, hoje cheguei aproximadamente no mesmo lugar que ontem. A fila não fica muito grande, de qualquer forma vai sempre levar uma média de uns 40 minutos na fila. O motivo? Eles tem que ter um controle para que fique apenas 200 pessoas lá dentro. A entrada custa €9 mas vale a pena.

Mas o que são as Catacumbas?
Elas constituem-se em um ossuário subterrâneo mas embora o ossuário ocupe apenas uma parte dos túneis, todo o sistema é comumente conhecido como “As Catacumbas de Paris” e chega a 300 km de extensão. A organização do Ossuário iniciou-se em 1785 ou seja você acaba vendo ossos e crânios com mais de 200 anos. Para saber mais sobre as Catacumbas, clique aqui.

Ossos com mais de 200 anos

O museu do Louvre é algo impressionante. Para quem não conhece é aquele que tem uma pirâmide de vidro e que aparece em alguns filmes como o “Código da Vinci”. É onde também se encontra obras de artes como a Mona Lisa, a Vitória de Samotrácia e a Vénus de Milo.

A pirâmide do Louvre

Eu não sou muito um cara interessado em arte mas esta viagem esta me abrindo os olhos para várias coisas e como o Louvre é o Louvre eu não poderia deixar de visitar por dentro. A entrada custa €8 e te da acesso a todas as partes do museu. Em várias épocas do ano você pode encontrar também diferentes exposições mas neste caso você paga um extra caso tenha interesse.

Eu fiquei impressionado com o tamanho do museu. Pra vocês terem uma ideia da dimensão do museu, eu li uma vez que se você observar cada obra de arte por 30 segundos você demoraria 3 meses para ver todas as obras do museu.

Cheguei na sala onde a Monalisa esta exposta e parecia briga de galo, todo mundo queria chegar perto pra tirar uma foto. Fico impressionado como um simples quadro pode ser tão famoso e tão valioso. Embora não esteja a venda, eles estimam que a obra de arte vale em torno dos seus 700 milhões de dólares.

A Monalisa

Este mundo é muito, mas muito pequeno. Enquanto eu me esforçava para passar pela multidão que tentava tirar foto da Monalisa, encontrei Pedro, um amigo que trabalhou comigo no UOL que eu não o via já faziam mais de 4 anos.

Saindo do museu fui em direcao à Basílica do Sacre-Coeur. Situada em um dos pontos mais altos da cidade, além de uma arquitetura incrível você desfruta de uma bela vista sobre a cidade de Paris. Sentado nas escadarias você acompanha apresentações de alguns cantores amadores tentando levar um trocado pra casa. Um bom programa de domingo.

Basílica do Sacre-Coeur

É hora de voltar pro hostel e começar a fazer as malas novamente pra seguir em direção a Bruxelas na Bélgica.

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Paris, pés pra que te quero!

Tentei acordar cedo para aproveitar o dia mas o efeito da caminhada da noite passada foi mais pesado do que eu imaginava. Acabei acordando por volta das 11:15 meio desesperado porque ao meio dia eles pedem pra não estarem mais nos quartos (é, eu sei, estranho).

No metrô, resolvi comprar um passe que valia para o dia inteiro. O passe custa €8,80 e fiz valer cada centavo deste dinheiro. :)

A minha primeira parada foi tentar achar um lugar que consertasse a minha camera mas não tive muito sucesso. Ainda não perdi as esperanças mas estou tentando me conformar que terei que comprar outra. Estou usando a minha EOS 350D, mas confesso que apesar de tirar ótimas fotos pra ficar programas como andar pela cidade e baladas é um trambolho.

No caminho acabei topando com a Basille. Uma grande rotatória onde antigamente era uma prisão.

Basille

Saindo St. Michel, você tem bem perto um do outro, a Fontaine Saint Michel, a Sainte Chapelle (que custa meros €9 pra visitar. No, mercy.), e a Cathédrale de Notre Drame (com entrada grátis).

Cathédrale de Notre Drame

O rio Sena que atravessa toda a cidade de leste a oeste, contém essas interessantes argolas nas paredes. Segundo a lenda toca-las traz sorte. Resolvi entao quase pendurar em um deles pra “just in case”. :)

Argolas presas ao longo do rio Sena

Rio Sena

Depois de andar por todos esses lugares citados fui ver as Catacombes, onde fiquei quase 1 hora na fila e bem perto de entrar fomos avisado que já eram 4 horas e não poderiarmos entrar mais, estava fechado. Amanhã terei que voltar lá antes de visitar o Louvre.

Peguei o metro mais uma vez e fui novamente visitar a Torre Eiffel, desta vez durante o dia. Já deu pra perceber que as pessoas adoram aproveitar o final de semana sentado na grama do Champ de Mars, fazendo um piquinique, tirando um cochilo, namorando ou pagando de turista, tirando foto da Torre.

Torre Eiffel vista do Champ de Mars

Já no caminho de volta, curioso com um ponto vermelho marcado no mapa onde se lê, “Galeries Lafayette”. La Fayette é uma loja de 10 andares onde você encontra de tudo. Ao lado você também encontra centenas de outras lojas.

Galeries Lafayette

Bom, foi bem proveitoso o dia, consegui ver bastante coisas mas desta vez termino o meu dia literalmente com calos no pé. :)

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De Lisboa para Paris

Saindo de Lisboa, o vôo da Iberia, faz uma conexão em Madrid, de lá segui direto pra Paris. O vôo foi o mais turbulento e desconfortavel do mundo. Depois de tantos desastres aéreos acontecendo ultimamente, e também o recente da Air France, qualquer turbulencia é sinal de preocupação. Eu olhava à minha volta e a preocupação no rosto das pessoas era bem claro.

A minha primeira impressão de Paris não foi a das melhores. Aqui encontrei pouquissimas pessoas que falavam inglês, falar os nomes das ruas é quase impossível e eles não fazem nenhum esforço pra te entender. O metrô parece um labirinto, pouquissimas coisas (ou quase nada) estão em inglês, ou seja, eu e meus 20 quilos de bagagem andando de lá pra cá.

Do aeroporto, me deram direções para chegar no hostel, Le D’Artanan. Fica Literalmente do outro lado da cidade e a estação que me indicaram, era um “pouquinho” longe do hostel. Resultado, tive que andar aproximadamente uns 15 a 20 minutos com todo aquele peso nas costas. Acadêmia pra quê? :)

Apesar de ter pousado as 4 da tarde só fui chegar no albergue por volta das 6. Deixei as minhas coisas no quarto e logo sai pra andar por Paris. Voltei ao metrô, que por sinal, carissimo. Custa €1,60 cada viagem, o dobro do que custava em Lisboa, Portugal.

Parei no Louvre e dei uma volta na parte de fora do museu. Como estava tarde resolvi não entrar. Deixei para amanhã ou depois.

Museu do Louvre

Continuei andando pelo Jardin des Tuileries, onde você avisa de longe o Place de la Concorde, um monumento erguido por entre 1755 e 1775. Alguns obeliscos da praça tem mais de 3300 anos.

Place de la Concorde

Ainda andnado pela Avenue Des Champs, uma das ruas mais caras e chiques do mundo, você logo chega na Arc de Triomphe, onde também se encontra a maior rotatoria do mundo, place de l’Étoile, com 12 faixas.

Arc de Triomphe

Para subir na Arc de Triomphe, em seus 284 degraus, você paga €9 se for maior de 25 ou €5,50 se tiver entre 18 e 25 e tem vistas incríveis da cidade. Eu resolvi subir a noite e não me arrendi, a vista é impressionante.

Por do sol no fundo do Avenue Des Champs vista do alto do Arc de Triomphe

Fiquei esperando até fechar para tentar tirar umas fotos da torre Eiffel de noite mas por incrível que pareça, eram quase 11 horas da noite e ainda não tinha anoitecido por completo.

Vista da Torre Eiffel do alto do Arc de Triomphe

Continuei minha caminhada rumo à Torre Eiffel, um dos principais cartões postal da cidade e até agora um dos meus lugares preferidos de Paris (aposto que também seja de tantos outros). A noite, ver a torre do Palais de Challot, é incrível.

Torre Eiffel

Você pode subir na torre até a meia noite, e a entrada custa €8 para maiores de 25 e se não me engano €5 se você tiver entre 18 e 25 anos. De manhã você pode subir as escadarias até o primeiro andar por “meros” €4,50.

Mais uma vez a vista lá de cima é surreal.

Champ de Mars visto do alto da Torre Eiffel

Para a minha surpresa eram quase 1 da manhã e ainda havia muita gente na rua e sentadas nos parques. Era como se fosse 1 da tarde.

Morto, resolvi dar o dia por encerrado e voltar pro hostel.

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Crítica de Albergue – Lagos

Rising Cock é um nome meio estranho pra um albergue mas é uma grande jogada de propaganda porque com certeza dá o que falar.

Situado bem no centro histórico de Lagos, fica a 5 minutos da praia, do lado dos bares e de tantos restaurantes.

A dona do hostel, se apresenta carinhosamente como “Moma”. Adora brasileiros e logo que cheguei já fez a propaganda dos seus já famosos crepes no café da manhã.

O preço é justo para uma cidade na costa de Portugal, €22 por noite. Está incluso o café da manhã, Wi-fi, lockers (traga o seu cadeado) e 1 euro por toalha. Tem cozinha, banheiros comunitarios, varanda, e sala comum com tvs de plasma além de computadores com internet grátis.

Definitivamente não é um albergue para descansar pois os hospedes, a maioria numa faixa etária bem jovem, só querem saber de festa.

Todos os dias fazem um esquenta, na sala comum, até a meia noite, onde esta fecha para a alegria daqueles que querem um pouquinho de paz para dormir. Eu disse só um pouquinho, porque quando todos as pessoas começam a voltar do bar, as conversas ecoam pelos corredores e é fácil acordar a noite.

Os quartos são pequenos porém confortaveis. A porta do meu quarto nem fechava, estava quebrada, mas nem me importei muito porque pude perceber que as pessoas estavam pouco interessadas em dormir.

Tive uma ótima estadia no hostel e deixo a minha recomendação, principalmente pelo ótimo crepe de chocolate da Moma.

Nome: Rising Cock
Site: http://www.risingcock.com/
Diária mais barata: €22 na alta temporada.

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