Archive for July, 2009
Positano, Itália
Depois de um dia inteiro de descanso, com o corpo e o pé dolorido ainda dos saltos das pedras em Capri, resolvi sair de casa hoje e ir para a praia novamente.
Os amigos que eu haviam feito no dia de Capri já fizeram check out do hostel, e embora eu odeie ir à praia sozinho, não podia deixar o dia passar em branco.
Peguei o trem para Sorrento, que custa €3,30 e demora aproximadamente 1h10. Chegando lá, na saida mesmo da estação, você pega um trem para Positano. Outra sugestão também, aproveitando o post, é ir para Amalfi, e você pega o ônibus no mesmo lugar.
São aproximadamente 35 min até Positano. O caminho se faz pelas montanhas e o visual é lindo. A última parada, no centro, é uns 300 mt da praia, que inclusive você consegue ver lá de cima.
Mais uma vez o visual é incrível, a cidade é toda construida em cima do morro, uma “favela” chique.
A praia, em vez de areia, são pedras, e é quente, MUITO quente. Você pode pagar para ficar na área privada e ter um pouco mais de conforto também.
Não fiquei muito por ali, talvez por umas 2h30, pois como eu disse, praia sozinho é meio chato.
Andei pelas ruelas e tentei subir o morro por outro caminho e acabei achando outra praia. Entre os sobe e desce resolvi voltar pra Nápoles pois não queria perder o metro desta vez.
O lugar é lindo, mas poderia ter sido melhor se eu tivesse com a galera que eu estava em Capri.
Viajar sozinho, embora eu faça amizade muito fácil, as vezes tem a sua desvantagens.
Voltando à Nápoles, fiz as malas e fui resolver minhas viagens pras ilhas gregas e Egito.
Amanhã o dia será longo!!!
No commentsUm lugar chamado Capri
Para chegar em Capri, uma ilha perto da costa leste da Itália, você pega o ferry. O ferry é um pouco salgado, €16 para ir e €14,50 para voltar e demora por volta de 45 minutos, mas sinceramente, vale a pena.
No caminho acabamos enturmando com um grupo de canadenses que estavamo no nosso albergue e então passamos a ser 6 pessoas no grupo. Chegamos por volta da 13h, um pouco tarde para aproveitar todo o dia na ilha. Sugiro chegar bem mais cedo.
Na chegada várias pessoas vem te oferecer um tour em um barco, cobram por volta de 20 euros por cabeça e se você quiser entrar na Gruta Azul, tem que pagar mais €10,50. Hoje eu fico pensando se não teria valido a pena, pois a ilha tem tantos lugares lindos, mas só acessível por barcos. Em uma outra oportunidade talvez eu teria pago um pouco mais para poder aproveitar mais o lugar.
Enfim, compramos um ticket para o Cable Car e subimos até o centro da cidade. Dali caminhamos até o view point onde você tem uma visão panorânica da ilha incrível. No porto, a mulher do quiosque de informações sugeriu uma visita ao Arco Naturale. Embora seja uma boa caminhada, é um lindo lugar, mas sem muito o que fazer.
Galera que eu conheci no ferry
Com muito calor e só pensando em entrar naquela água azul maravilhosa resolvemos seguir direto para praia, não importa qual. Resolvemos ir para Grotta Azzulare, onde fica a Gruta Azul.
Para chegar lá você pega um ônibus para AnaCapri e depois outro para Grotta Azullare. Cada trecho, inclusive do Cable Car, custa €1,40.
A praia de Grotta Azullare não tem areia, na verdade não é bem uma praia, é uma parte meio improvisada de pedras onde as pessoas tomam sol e pulam das pedras. Eu nem gostei né?
Resolvemos ficar por ali mesmo e não me arrependo.
O último ferry sairia às 22h20, portanto resolvemos ficar até o por do sol. Um dos mais incrível que eu já vi. Realmente não existe por do sol como os que se poem no mar.
Chegamos em Nápoles era por volta das 23h30, em um porto totalmente diferente do que a gente embarcou. Ficamos perdidos na cidade, e acredite, você não vai querer ficar perdido a essa hora no centro da cidade.
É feio e perigoso, fomos alertado mais tarde que é um dos pontos mais perigosos da cidade. Felizmente nada aconteceu. Chegamos na estação e encontramos o metro fechado (alias, fecha as 10 na estação central), pegamos um taxi e voltamos para o hostel.
No commentsAs ruínas de Pompeia
Peguei um trem logo cedo para Nápoles, onde me hospedei por 4 noites. Talvez em uma outra oportunidade teria me hospedado em Sorrento pois fica muito mais próximo da Amalfi Coast e os ferries para as ilhas são mais baratos.
Cheguei em Nápolis por volta das 11h da manhã e depois do check in fui direto para Pompeia.
Para chegar em Pompeia, vá até a estação central de Nápoles, e pegue o circumvesuviano para Sorrento. Esse Circumvesuviano funciona como se fosse um metro com várias paradas. Você tem a opção de escalar o vesuvio (o vulcão que destruiu Pompeia), para isso pare na estação Ercolano Scavi. Ou seguir para as ruínas de Pompeia, que foi o meu trajeto. Para isso desça no Pompei Scavi. O ticket para Pompeia custa 2,40 e demora por volta de 30 minutos.
O lugar é imenso e ali você tem a oportunidade de dar um outro mergulho na história. O ticket custa 11 euros.
A antiga cidade foi destruída durante uma grande erupção do vulcão Vesúvio em 24 de Agosto do ano 79 d.C.
Em Pompeia com o Vesuvio no fundo
A erupção do vulcão provocou uma intensa chuva de cinzas que sepultou completamente a cidade, que se manteve oculta por 1600 anos antes de ser reencontrada por acaso. Cinzas e lama moldaram os corpos das vítimas, permitindo que fossem encontradas do modo exato em que foram atingidas pela erupção do Vesúvio. Desde então, as escavações proporcionaram um lugar arqueológico extraordinário, que possibilita uma visão detalhada na vida de uma cidade dos tempos da Roma Antiga.
Ver as pessoas petrificadas é além de interessante, um pouco assustador. Na hora que pegar o seu mapa, peça para apontarem onde você pode ver as pessoas petrificadas. Crianças, cachorros, adultos, você tem a oportunidade de ver tudo isso, mas alguns pode ser um pouco difícil de achar se você não tiver nenhuma direção, portanto chegando lá peça para eles apontarem no mapa.
Sensacional, adorei a experiência. Hoje acrescentei um pouco mais o meu conhecimento de história, assim como eu tenho feito desde que comecei a viajar e conhecer lugares tão interessantes quanto este.
Se estiver em Nápoles, não deixe de visitar Pompeia, não vai se arrepender.
No commentsCrítica de Albergue – Roma
Chegando no hostel eu fiquei um pouco decepcionado. O lugar é realmente pequeno e os quartos menores ainda. Mas acabei me animando após conhecer a staff e as pessoas que estavam no lugar.
A localização é ótima e você está à apenas 1 parada de metro do Roma Termini, a estação ferroviária (ou 10 min andando). O metrô é 2 minutos andando da porta do albergue.
Os quartos são relativamente pequenos, alguns maiores que os outros, mas o primeiro que eu fiquei, eram 4 beliches, uma do lado da outra, sem quase espaço para passar por elas. Bem apertado mas com ar condicionado.
Os banheiros comunitários estavam sujos na maioria do tempo e em um dos dias quando fui tomar banho pela manhã não tinha água quente. Alguns quartos, como o que eu me mudei no último dia, tem banheiro, que apesar de limpo é também muito pequeno e apertado.
Se você quer um lugar pra descansar este albergue definitivamente não é o seu lugar. A partir das 8h da manhã já começa a ouvir um chillout no corredor e às 21h o pancadão começa até meia noite. Com o brasileiro Fábio, da recepção, animando todo mundo e fazendo “coqueteis” onde você só paga o custo de 3 euros.
Um outro ponto negativo é que você não pode ficar ali entre as 11h e as 16h porque eles fecham pra limpar.
A internet custa €0,50 por 15 minutos (os primeiros 15 min são grátis) e não tem Wi-fi grátis o que perdeu fez com que a minha nota do hostel caisse bastante.
O lugar acabou sendo legal pra mim, conheci bastante gente divertida e acabei até planejando seguir viagem com alguns deles.
Eu quando entro em um hostel, sempre penso comigo “não estou aqui para morar e serão apenas alguns dias”, portanto tento não ser tão fresco quanto a isso. O albergue tem que ser MUITO ruim para eu querer mudar, este era OK.
Nome: Ivanhoe Hostel
Site: http://www.hostelworld.com/
Diária mais barata: €22 em um quarto com 8 camas.





Um mergulho na história Romana
Eu particularmente adorei Roma. Tanta coisa pra fazer, tantos monumentos para visitar e história pra aprender.
Comecei meu dia cedo, eu e Maxi, um argentino que eu conheci no hostel, fomos direto ao Coliseu. Assim como outras coisas, foi totalmente diferente do que eu esperava, principalmente dentro. Para entrar você paga €10 e o ingresso também é válido para o Palatino e Foro.
Dentro do Coliseu fiquei tentando imaginar como era antigamente e se o filme Gladiador conseguiu realmente fazer justiça ao que era o lugar antigamente. Vale a visita, é realmente incrível.
Saindo dali caminhamos pelo Palatino e o Foro que ficam ao lado do Coliseu.
Passamos pela Ponte Fabricio, Campo de Flor, Piazza Navona, onde se encontra o consulado Brasileiro e compramos algo para comer ali perto do Pantheon.
Caminhamos pelo Palazzo Montecitorio, na Piazza del Parlamento e seguimos direto pra a famosa Fontana di Trevi. O lugar é cheio de gente e a fonte é linda. Vale a pena descansar um pouco na sombra perto da fonte.
Seguindo passamos pelo San Carlo Quattro Fontane, onde nas 4 esquinas você encontra uma fonte com esculturas diferentes. Continuamos pelo Trinità del Monti onde tem o Spanish Steps, onde no primeiro dia foi o encontro do pub crawl, na Piazza di Spagna.
Mais a frente chegamos na Piazza del Popolo, mais ou menos perto das 19h. Subimos no parque que tem ao lado, acho que chama Galoppatoio.
Além do por do sol, do parque você tem uma visão da panorâmica da cidade e consegue ver a cúpula do Vaticano.
Roma tem muita coisa para ver, talvez um tour com alguém contando a história de cada lugar seria muito mais interessante e eu teria pago só pra aprender um pouco mais sobre o lugar. Definitivamente estarei estudando mais sobre os lugares que passei.
Morto, dei o meu dia por encerrado e me despedi de Roma comendo um pedaço de pizza e um gelato.
No comments10 dicas para planejar a sua viagem
Eu não sou nenhum expert em planejamento, alias, longe disso ainda tenho muito o que aprender, mas quero compartilhar algumas das coisas que já aprendi.
Abaixo fiz uma lista das 10 coisas que eu uso para planejar minhas viagens, para fazer roteiro, ver se um lugar vale a pena ou não, reservar albergues, enfim, tudo que eu preciso sobre as minhas origens e destinos.
1 – GOOGLE.com
Bom, por mais óbvio que isso pareça, é o site mais útil de um mochileiro. Você encontra fotos, informações, histórias e experiências sobre todos os lugares que você está ou deseja ir. Antes de mais nada, Google o que você quer, é sempre o meu ponto de partida.
2 – Reservas de Albergues
Quando eu ainda estava na Australia planejando a minha viagem eu não tinha nenhuma experiência sequer em reservar nada. Procurava albergues no próprio Google, coisas do tipo “The best hostel in XXXX”. Alguns funcionaram e na maioria das vezes eu tive sorte. Nas minhas pesquisas acabei encontrando o Hostelworld.com. É um site bacana, com uma lista de praticamente todos os hostels em todos os lugares do mundo, “do Iapoqui ao Chuí”.
Uma sugestão que eu faço, se vai ficar viajando um bom tempo e pretende reservar vários hosteis por ali, que pague logo na primeira reserva a taxa do cartão gold. O hostelworld cobra aproximadamente €1.50 de cada hostel que voce reserva, com o cartão (€7.50) você fica isendo disso nas próximas reservas.
Além de ser fácil, o hostelworld.com tem um serviço de reviews, ou seja, avaliações que as pessoas fazem sobre os albergues. Antes de escolher os albergues procure ler sobre essas avaliações e decidir se vale a pena ou não. Outra dica também é procurar o endereço no google maps e ver onde ele se encontra, você pode ter uma idéia já no próprio gráfico de avaliação de cada hostel, mas não custa nada conferir.
ps: não estou ganhando nada recomendando o site
3 – TripAdvisor
Eu sei que nem todo mundo tem a obrigação de falar inglês, mas as vezes isso pode ajudar bastante, principalmente se você está planejando fazer uma trip longa em lugares que não se falam nem o português nem o portunhol.
Os fóruns do TripAdvisor é uma mão na roda. Além de informações fundamentais sobre viagem de cada país do mundo, você encontra, na maioria das vezes, dúvidas bastante semelhantes às que você terá. Para mim o site é essencial.
4 – Mochileiros.com
Você não fala inglês, ok, eu entendo. Como eu disse ninguém tem a obrigação de falar. Para isso recomendo o fórum mochileiros.com, onde você encontra bastante informação, e em português, sobre os principais destinos do mundo.
5 – Planejar com antecedência ou não?
Bom, isso não é exatamente uma dica, mas uma opinião, que você pode concordar ou não. Planejar com antecedência tem as suas vantagens e a principal delas é a o preço que você vai pagar nas passagens, principalmente na Europa. Se você consegue fazer um planejamento de 3 ou 4 semanas cmo atencedência, você consegue preços que chegam a ser ridículos. Por exemplo, eu reservei minha passagem de Londres para Dublin com 4 semanas de antecedência e paguei 6 libras, de Madrid para Milão, despachando bagagem, 3 semanas de atecedência foram suficientes para pagar 20 euros (incluindo taxa de cartão de crédito).
Não planejar também tem a sua vantagem, além de deixar a sua viagem um pouco mais interessante você não fica preso a dias ou horários. Eu senti falta dessa liberdade quando estava em Portugal e conheci algumas pessoas que iam fazer o sul da Espanha e iriam pra Ibiza. Como eu já tinha pago hostels e vôos acabei não podendo ir com eles.
Eu resolvi não planejar muito, talvez 1 semana, no máximo 2. Ou as vezes até correr o risco de não planejar nada. Minha viagem com certeza tem tomado rumos completamente diferentes dos que eu tinha imaginado e não me arrependo nenhum pouco, embora esteja pagando um pouco mais por isso.
6 – Bagagem
Esse é um ponto muito importante para quem pretende fazer várias viagens de avião. Principalmente para as mulheres.
Na europa, como eu já aconselhei em outro post, eu viajo, na maioria das vezes, com empresas “low-cost”. Normalmente essas empresas você não paga nada se levar apenas uma bagagem de mão, ou te cobram por volta de €10 por mala. Mas você só pode levar, em média, 15kg por mala.
E não vá achando que chegando lá você acaba dando o jeitinho brasileiro, porque eles são muito rígidos com isso, cobrando até €8 por KILO. É isso mesmo, por KILO.
Eu mesmo já escutei várias histórias engraçadas de pessoas que acabaram vestindo todas as roupas da mala para poder chegar ao peso permitido. Alias, vale tudo para economizar alguns euros certo?
7 – Passe a noite em trem ou ônibus
Algumas vezes você vai se pegar em viagens longas, do tipo 10, 12 ou até 16 horas. A melhor forma de fazer essas viagens são os famosos Overnight ou Sleep Trains ou Buses. Isso significa que você viaja durante a noite, e apesar de um pouco mais desconfortável que a sua cama do albergue, você acaba economizando com uma diária e aproveitando o dia seguinte.
A maioria das companias que fazem trajetos longos oferecem esta opção.
8 – Where are you from?
Mais uma vez, não é exatamente uma dica, mas pode mudar o rumo do seu itinerário.
Faça amizades onde quer que você esteja. Seja no ônibus, trêm, avião, albergue, fila do museu ou em qualquer lugar que você estiver. Tudo que você precisa fazer para começar uma conversa é “Where are you from?”, com excessão das filas, você tem uma grande chance de que as pessoas também sejam mochileiros, principalmente em albergues. Eu mesmo fiz tanta amizade que o meu facebook dobrou de amigos. A maioria ainda mantenho contato e como eles continuam viajando acabo pegando dicas de lugares para ir, de como chegar e onde ficar.
PS: se você ainda não tem facebook, faça o seu. Não conheço uma pessoa que esteja viajando que não tenha, é importante manter contato.
9 – Vistos
Saia do Brasil com todos os vistos que você precisar. Mesmo que você seja aconselhado a pegar visto em outros países. Acredite, é um trabalho fazer isso. No meu caso por exemplo, precisava tirar o visto da Índia e no Brasil isso é a coisa mais fácil do mundo, custa 30 reais e demora de um dia pro outro. Liguei lá e eles me aconselharam, por causa que estavam emitindo apenas 6 meses de visto, a tirar em Londres. Quando cheguei me londres descobri que demorava de 7 a 14 dias úteis para não residentes e custava 35 euros.
Ou seja, tenho passagem pra Índia mas não tenho visto. Não estou estressado mas é uma preopação a mais que tenho que ter. Portanto planeje os seus vistos antes de sair de viagem.
Um ótimo site que você pode ter todas as informações sobre vistos é o http://www.vistos.com.br/.
10 – Não se estresse
Lembre-se, você está de férias ou em algum feriado. A última coisa que você quer é se estressar com algum problema. Se algo não deu certo, se você perdeu algum ônibus/trem/avião, ou se simplesmente aconteceu algo que você não concorda. Para tudo e pede uma cerveja. Comece tudo denovo e aproveite a oportunidade para controlar o seu estress, afinal, não podemos controlar todas as situações.
No final, tudo vai dar certo!
O Vaticano
Após 3h de sono da noite passada, acordamos as 9h e fomos ao Vaticano.
Todo mundo que eu conversava fez o maior terrorismo sobre entrar de bermuda, mulher entrar de saia que eu acabei indo de calça jeans só pra garantir. Eu não sei se porque era domingo e consequentemente tinha milhares de pessoas por lá, mas não vi nenhuma restrição quanto à qualquer destas coisas, embora existam placas que suportam o argumento.
Uau, nem acredito que estou aqui. Após 1h40 de fila para entrar, afinal, último domingo do mês a entrada é gratúita então todo mundo decide ir pra lá, estou finalmente conhecendo a famosa cidade do Vaticano.
Na verdade, Vaticano fica dentro de Roma, cercado por um grande paredão. Fácil de chegar pelo Metro.
É realmente incrível passear pelos corredores, suas infinitas obras e esculturas e claro, visitar a Capela Sistina.
Outra visita que não pode faltar é a Basílica de São Pedro, que sinceramente, impressiona e MUITO.
A Basílica de São Pedro é a maior das igrejas do cristianismo e um dos locais cristãos mais visitados. Pode albergar mais de 60 mil devotos (mais de cem vezes a população do Vaticano). É o edifício com o interior mais proeminente do Vaticano, sendo sua cúpula uma característica dominante do horizonte de Roma, sendo adornada com 140 estátuas de santos, mártires e anjos. Fica na Praça de São Pedro, desenhada por Bramante, com contribuições de muitos outros artistas do Renascimento e do maneirismo, como Michelangelo, Rafael e Bernini.
Andando pela basílica fiquei impressionado com o detalhe da arquitetura daquele lugar. Só estando alí pra saber a dimensão da estrutura. UAU… fico até sem palavras só de lembrar.
Você pode também subir na Cúpula, custa €5 para subir os 330 degraus ou €7 para pegar o elevador.
Vale também o passeio pelas tumbas dos Papas. Onde a tumba de João Paulo II você encontra além de pessoas rezando, 2 seguranças, um de cada lado, evitando que você toque ou tire fotos. Aqui também dizem que está enterrado o apóstolo Pedro.
Na saida você está na Praça de São Pedro. Onde você vê todo o prédio do lado de fora e o famoso balcão onde o papa faz as suas aparições quando é nomeado.
Sentamos ali na sombra para descansar e saimos para almoçar antes de voltar para o albergue.
De volta ao albergue, dormimos até às 9h onde acabei acordando com a música de festa no corredor do hostel. Fiquei por ali mesmo trocando ideia com o pessoal novo do hostel e com os australianos que conheci. A noite a galera foi fazer um happy hour em uma das praças de Roma mas eu preferi por ficar e dormir um pouco mais “cedo” para recarregar a bateria.
Já não tenho 20 anos para guentar esse batidão, he he.
No commentsPub Crawl em Roma
Chegamos em Roma por volta das 19h e fui direto para o albergue. Ali conheci alguns australianos e conversando com eles recebemos um convite para o pub crawl. Eu não estava esperando gastar dinheiro saindo, mas me disseram que a noite em Roma vale a pena fazer esse “esforço”.
Os australianos resolveram ir em outro pub crawl, o que supostamente deveria ser o melhor de Roma, chamado Spanish Steps. Realmente impressiona, no ponto de encontro eu imagino que tinha por volta de umas 200 pessoas.
Galera reúnida no Spanish Steps
Mas assim como todos os outros pub crawls oferecem, você tem bebida a vontade, competição de quem bebe mais rápido, e pizza na primeira hora. Um shot em cada bar e uma entrada, sem fila, em uma balada.
Eu com alguns australianos no pub crawl
A brincadeira custa 25 euros aos sábados e €20 durante os outros dias. Faça sua reserva na internet e no primeiro bar você pula a fila para pagar.
Tudo correu muito bem até a última balada, que teoricamente iríamos pular a fila e acabamos ficando uns 45 minutos em uma fila que nunca entrava, fazendo a gente desistir e ir procurar algum bar por perto.
A cerveja na maioria é um pouco cara, por volta de €3,50 à €5 .
Definitivamente vale a pena sair com eles, infelizmente tivemos um pequeno incedente no final, porque acho que é muito difícil administrar esse tanto de gente, mas você acaba conhecendo MUITA gente e é isso que importa.
Fica aqui minha sugestão.
Tenho 3 horas de sono para ir ao Vaticano amanhã, pois o último domingo do mês é gratuito. Já vi que vai ser cansativo.
No commentsA Torre de Pisa
No último dia de Florença, antes de embarcar para Roma às 16h50, resolvemos pegar um trem para Pisa pela manhã e tirar à tradicional foto com a torre de Pisa. Não vale a pena dormir por lá para quem estiver planejando fazer isso.
O ticket custa €5, leva 1h e existe uma certa frequência para a cidade o que acabou deixando para comprar o ticket na hora.
Chegando em Pisa, siga o fluxo. A torre fica à uns 15-20 minutos de caminhada da estação e todo mundo segue para lá. Se você ficar em dúvida, basta perguntar para qualquer pessoa na rua, eles com certeza saberão te ajudar.
A torre é muito menor que eu imaginava, mas mesmo assim grande e bonita. Fiquei impressionado e feliz de estar ali, afinal, é como reviver as centenas de fotos que eu já vi de outras pessoas.
Não é permitido andar no gramado mas mesmo assim centenas de pessoas ignoram e vão para o meio dele. É um tanto quanto engraçado, porque após um tempo os guardinhas vêem e tiram todo mundo. Isso dura uns 15 min quando as pessoas começam a invadir o campo novamente, he he.
Eu tirei a famosa foto “segurando” a torre e entre as diferentes poses que tentei fazer com a torre acabei perdendo o meu iPhone, que logo recuperei quando vi alguém correndo e falando pro amigo “a fulana achou um iphone” he he. Ufa!
A catedral também vale uma visita, custa €2 e fica do lado da torre.
Após 1h ali, resolvemos voltar e almoçar em Florença mesmo.
No commentsCrítica de Albergue – Florença
Quando comentei com uma amiga que conheci na minha viagem sobre Florença ela logo me sugeriu ficar no Plus Hostel. Não poderia ser melhor, definitivamente um dos melhores albergues que eu já fiquei.
Na verdade parece muito com um Hotel. Você chega, faz o check in, pode pagar quando tiver saindo ou pode pagar na hora. Embora eu não tenha usufluído, eles tem sauna, piscina e restaurantes.
Para utilizar a internet com os computadores deles você paga, mas Wi-fi é gratúito.
No terraço você encontra um bar com uma linda vista e à meia noite eles fecham onde você se dirige para o bar abaixo da recepção. Para comprar alguma coisa você precisa colocar dinheiro no seu cartão, para isso basta ir a recepção e adicionar a quantia que você quiser.
Os quartos são muito limpos, tem ar condicionado e bem espaçoso. Os banheiros ficam dentro do quarto, e apesar de pequenos são bem limpos também.
Nome: Plus Hostel Florence
Site: http://www.plusflorence.com/
Diária mais barata: €22 em um quarto com 8 camas.




