Mochilão com Rafael Faria

The world is a book, and those who do not travel read only a page. (St. Augustine)

Archive for October, 2009

De Agra à Khajuraho

Peguei o trem às 10h15 e saiu exatamente na hora marcada. O destino, Jhansi, onde eu pegaria um ônibus para Khajuraho.

Desta vez fui sentado na cadeira no ar condicionado, me custou 300 Rs, mas não tenho certeza como chama a classe porque ainda me parece bem confuso as siglas que eles dão para os trem. Mas não reclamei muito porque apesar de levar 5 horas de viagem eu tive 3 acentos livres para mim e acabei cochilando um pouco. Cheguei lá por volta das 14h.

Chegando em Jhansi muitas pessoas quebram a viagem e passam a noite em Orchha, o que não é uma má ideia.

Quando fui procurar pelos ônibus para Khajuraho acabei descobrindo que não havia mais ônibus para turistas e que eu teria que pegar um ônibus local. Eu não anotei os horários mas sei que saem 4 ônibus entre 8h30 e 13h30.

Peguei um tuk tuk e fui direto para a estação de ônibus. O que me assustou porque é o lugar é realmente muito sujo e bagunçado. O ônibus então, me assutou mais ainda mas como eu vi alguns turistas e estava sem opção acabei embarcando. O ticket me custou 110 Rs mas o pessoa que eu conheci la me falou que pagaram 75 Rs.

A viagem foi surreal, algo que eu jamais experimentei na vida. O ônibus que vai até Chhatapur é caindo aos pedaços, e por causa da chuva o meu banco estava molhado, o que eu tive que lidar com isso durante 5 horas. Quando chovia eu ainda tive que me acostumar com a água pingando em mim durante vários estágios da viagem porque as janelas não seguram muito a água.

Para melhorar ainda, como não tinha espaço e meu laptop está na minha mochila, acabei carregando a minha mochila de mão no colo, que pesa por volta de 8kg durante todo o tempo.

O ônibus parece hora do rush em SP. Pega passageiros até não ter mais lugar e eu estava exatamente do lado da porta, onde toda hora alguém acabava se esbarrando e batendo na minha perna.

Chegando em Chhatapur tivemos que trocar de ônibus onde o cara do primeiro ônibus falou que eu não precisava pagar mas assim que ele desceu do ônibus o cobrador veio me dizer que eu preciso pagar sim e quando tentei argumentar e achar o outro cara do ônibus ele já tinha ido embora a muito tempo. Enfim, para não ter que discutir acabei pagando os 29 Rs que ele me cobrou.

As pessoas nos ônibus não respeitam ninguém. É o povo tocando música no celular o tempo inteiro, criança gritando, bebê chorando.

Praticamente um pesadelo.

Fiquei feliz que finalmente lá por volta das 8h30 da noite eu cheguei em Khajuraho, onde eu fiz check in no hotel e fui comer algo.

No caminho para o restaurante eu conheci um indiano que veio com um papo falando que queria praticar inglês, alias, fique atento porque esse é a forma mais comum que você vai ouvir de alguém pra se aproximar de você e pedir dinheiro. Acabei convidando ele para comer comigo e me contar um pouco sobre as tradições deles. Pela primeira vez eu tive a coragem de experimentar um prato típico, Thaly com legumes.

Comida típica

Dei a noite por encerrada e fui descansar, afinal, foi um longo dia.

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Crítica de Albergue – Agra

Fiquei no Turist Rest House e tenho que dizer que é um dos melhores hotéis que eu fiquei na Índia. Extremamente limpo, quarto grande e ar condicionado. Paguei 650 Rs, um dinheiro muito bem pago pela qualidade do hotel.

Quarto do Hotel

O pessoal lá muito hospitaleiro, me trataram como membro da família.

O restaurante no centro do hotel lhe da oportunidade para conhecer outras pessoas e a comida é bem gostosa.

Este foi único hotel que eu encontrei que tinha Wi-fi por meros 100 Rs o dia. Embora eu não tinha muito tempo para usar a interenet, acabei pagando porque precisava resolver algumas coisas da viagem, fazer algumas pesquisas de lugares e principalmente para ligar para minha mama porque era aniversário dela.

Enfim, ALTAMENTE recomendado, e com certeza se um dia voltar em Agra voltarei a ficar no hotel.

Nome: Tourists Rest House
Site: http://www.tripadvisor.com/
Diária mais barata: 350 Rs sem A/C e 650 com A/C

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O incrível Taj Mahal

Acordei as 4h30 e peguei um tuk tuk para o Taj Mahal às 5h, por causa da hora só conseguir um tuk tuk por 40 Rs.

Cheguei lá bem cedo, no West Gate, por volta de 5h15 pois o ticket office só abre as 5h45, mas valeu a pena porque eu fui o primeiro da fila.

O ticket custa 750 Rs, um pouco salgado, ainda mais se comparado ao que os indianos pagam, 10 rs. :)

Enquanto eu espero vários guias me ofereceram os serviços, alguns por meros 450 Rs, que eu, claro, recusei.

Eu sugiro ir no nascer do sol porque depois fica tão cheio que você pode levar horas para entrar.

Os portões abrem apenas 6h10 e eu mais uma vez fui um dos primeiros da fila, o que foi ótimo, porque ao entrar no Taj Mahal não havia absolutamente ninguém e eu consegui tirar várias fotos legais antes do lugar encher de gente.

Para quem não sabe o Taj Mahal foi construido por Shah Jahan em memória à sua segunda mulher Mumtaz Mahal que morreu dando a luz ao seu 14 filho.

Taj Mahal refletido na água

O Taj Mahal é uma das 7 maravilhas do mundo e um dos principais atrações da Índia. Mas fique atento porque é fechado aos sábados e muitas vezes eles fecham também para visitas importantes como a do primeiro ministro no dia que eu estava lá.

Estar ali foi mágico, inesquecível e certamente um dos prédios mais lindos que eu já vi na minha vida. Pelo que eu li é também muito bonito ver o sol se pondo do roof top de algum dos cafés da cidade. Procure saber com o seu hotel.

Minha foto favorita do Taj Mahal

Muitos saem dali e vão até o Agra Fort, que com o seu ingresso eu acho que você tem um desconto ou é de graça. Eu não tenho certeza porque sai dali as 8h30 e fui direto pro hotel pegar a minha mochila e ir para a estação de trem e fazer o meu caminho até Kajuraho.

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Fathepur Sikri

Acordei bem cedo, fui até o escritório de turismo e comprei o meu ticket para Agra que saia as 11:30. Ainda não sei bem como funciona os trem aqui na Índia por isso acabei pegando o que eles chamam de AC2. Ou seja, em cada cabine tem 4 camas, Upper e Lower (cima e baixo) com Ar condicionado. No caso de AC3 por exemplo, são 6 camas em cada cabine porque eles tem uma no meio entre a de cima e a de baixo. O meu ticket custou 437 Rs, um pouco salgado mas eu ainda não sabia como funcionava os trens.

Comprei também o meu ticket para Jhansi, onde eu farei o meu caminho para Khajuraho no dia seguinte as 10h15 logo depois de visitar o Taj Mahal.

Cheguei me Agra por volta das 14h30 e fiz o check-in no hotel e fui almoçar. Por volta das 16h30 eu fui tentar descobrir como eu iria para Fathepur Sikri. Teoricamente você tem que pegar um ônibus e leva por volta de 1h, 1h e meia e último ônibus de volta é as 17h30 e embora existam outros ônibus de volta para Agra se você ficar parado no meio da estrada preferi ir pela solução mais fácil porém mais cara.

O pessoal do hotel me ofereceu um taxi para me levar e me trazer por 750 Rs. Eu achei salgado e tentei negociar mas eles não abaixaram nem um centavo e como eu estava sem tempo e realmente queria ir lá acabei rendendo.

Chegando lá um guia se apresenta para você e oferece os serviços por meros 400 Rs. Claro que eu disse que não e que eu faria o meu próprio tour uma vez que eu só tinha tempo para visitar o Jama Masjid. O livro do Lonely Planet diz que um guia costuma ser 150 Rs portanto eu ofereci pagar essa quantia e ele me apresentou outro guia e acabei aceitando.

Na mesquita você não paga nada, apenas para deixar o seu sapato/tênis na porta mas são meros 5 Rs que o meu guia acabou pagando.

Frente da Mesquita

Você entra pelo que eles chamam de Victory Gate, ou portão da vitória. A mesquita é enorme e no meio dela você encontra a tumba do Shaikh Salim Chishti feita de mármore branco. Dentro você pode amarrar um cordão na parede e fazer um “pedido”, lógico, pagando um preço. Dentro da mesquita estão enterrados todos os membros da família do Shaikh, e os que aindam restam também serão enterrados lá.

Tumba do Shaikh Salim Chishti

Valeu a pena visitar a mesquita e com o guia lá com certeza fez o tour mais interessante.

No final, amizade com o guia e os amigos

De volta ao hotel fui jantar e descansar um pouco porque eu planejo acordar as 4h30 e ver o sol nascer dentro do Taj Mahal.

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Crítica de Albergue – New Delhi

Eu fiquei no RAK International, um hotel em Pahar Ganj.

Paguei 400 Rs em um quarto sem ar condicionado mas com banheiro. Arrependimento total, de agora em diante eu não fico em quarto que não tenha ar condicionado. Por 650 eu poderia ter pego um, mas valeu a experiência. Agora eu sei! De tarde é difícil até de respirar dentro do quarto, e embora tenha ventilador no teto, não é suficiente. Pague mais para um pouco de conforto, uma vez que 650 Rs é apenas 24 reais ou 13 doláres.

O quarto é limpo, muito mais do que eu estava esperando. Cama king size, tv, banheiro. Água quente é lenda, mas aqui não importa muito porque o que eu mais queria naquele quarto era água estupidamente gelada, porque é MUITO quente lá dentro.

Bar e área de fumantes

Eu li bastante recomendações do hotel e não tenho o que reclamar, levando em consideração que estamos na Índia.

Se você se perder para achar o hotel, por mais perto que esteja, peça para um dos cycle rickshaw te levarem lá. Você vai gastar umas 10 Rs mas pelo menos não vai ficar perdido pelo bazar carregando peso nas costas.

Nome: Hotel RAK International
Site: http://www.hotelrakinternational.com/
Diária mais barata: 350 Rs sem A/C, 650 Rs com A/C

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Perambulando em New Delhi

Após o meu check-in no hotel, fui perambular pelo bazar. Explorar o lugar. Com o tempo você acaba se acostumando com a imundisse do lugar.

Não esqueça o repelente porque moscas e mosquitos estão em todos os lugares.

Ta bom, você deve estar achando que eu estou andando pelo lixão de São Paulo né? Bem, não é TÃO sujo assim, mas pode ser um choque, acredite.

Fui até a estação de trem para ver sobre os trens para Agra. Ao contrário do que eu havia pesquisado, existem vários trens durante o dia inteiro. O mais rápido porém sai as 6h15, número 2002, e demora 2 horas. Obviamente é mais caro.

Aqui pode ser um pouco chocante, porque você vê as pessoas espalhadas e dormindo pelo chão. Tome cuidado também com os touts que vão tentar importunar você o tempo inteiro.

Na estação de trem

Na estação de trem, a não ser que você vá viajar nas próximas 2 horas, você compra o seu ticket no Escritório de Turismo, no segundo andar. Você vai ver várias placas azuis apontando o caminho. E não esqueça o seu passaporte.

Se você precisar acessar internet, nas ruas do bazar você vai ver vários lugares anunciando. Os computadores, na maioria das vezes, são de 1900 e la vai bolinha. Deu saudade do meu 386, se é que você me entende! :)

Visitei também a mesquita e o bazar de Jama Masjid. Esta é a maior mesquita da Índia, o prédio em si não é tão interessante mas vale a pena entrar dentro dela. Não me deixaram tirar fotos e custa 20 Rs.

Jama Masjid, a maior mesquita da Índia

Para chegar lá me custou 50 Rs para ir e para voltar, em um daqueles auto rickshaw, a motinha amarela de 3 rodas que você vai ver em todo lugar, e embora eu ache que este preço ainda é bastante alto, como você é turista duvido que eles abaixem muito, mas, vale a pena tentar.

Ainda estou receioso para experimentar a comida. O que eu acho que vai ser o meu maior desafio aqui. Não porque eu estou com medo de experimentar algo, mas tenho medo de ficar com o estômago ruim portanto ainda estou procurando algo “seguro” para comer.

Salgados feito na hora nas ruas de Pahar Ganj

Experimentei as batatas fritas que eles vendem nas ruas. Comi bastante frutas. Até achei um McDonalds que estava fechado mas acabei me rendendo à um sorvete de casquinha.

Espero conseguir achar algum lugar legal para comer algo decente.

A noite, conheci um casal de israelenses e fomos ver o Red Fort. Como já estava a noite, eles tem um “espetáculo” chamado Sounds and Light. Resolvemos entrar e ver. Custa 60 Rs e eu não vou fazer uma recomendação porque eu particularmente achei um tédio, inclusive, nem fiquei até o final. E não dá para ver o forte direito por dentro porque não tem muita luminosidade.

Red Fort, a noite, durante o show de luzes e som

A ida, dividimos um auto rickshaw denovo, o que eu acho que é o transporte oficial já que taxis costumam ser mais caros. Eles provavelmente vão jogar um preço altissimo e se você tiver paciência para barganhar, barganhe! Se você achar que não está justo o preço, ignore e procure outro, existem centenas de milhares um atras do outro. Uma hora ou outra eles vão fazer um preço justo. Pagamos 80 Rs para ir e na volta, um policial muito gente boa, parou um auto ricksaw e conversou com o cara e acabamos pagando 45 Rs.

Rickshaw, o meio de transporte mais popular da Índia

Na volta dei o meu dia por encerrado. Tomei outro banho e fui deitar. Acordei as 5 da manhã e não consigo dormir, onde peguei o meu computador para escrever este post. O jetlag ainda está me pegando. São 5h30 de diferença entre aqui e Londres, ou seja, está tudo bagunçado.

Outra dica, essa muito importante, não escove os dentes ou coloque a água da torneira ou do chuveiro na boca. Utilize sempre água engarrafada. Acredite, faz a diferença.

Eu estava pensando em ficar aqui até sabado, pois o Taj Mahal não abre nas sexta-feiras, mas decidi pegar um trem logo mais para Agra e pelo menos visitar Fatehpur Sikri se tiver aberto. Portanto escrevo mais de Agra quando tiver tempo.

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Índia, as minhas primeiras impressões

Finalmente chegou o dia da minha viagem para a Índia. Muitas pessoas me perguntaram “O que você vai fazer na Índia”, e embora eu não saiba a resposta, eu me empolgo mais ainda para visitar o país e descobrir o que tem para fazer aqui.

Bom, ao longo da minha jornada espero que você descubra comigo o que tem para fazer na Índia e espero que possamos aprender um pouco mais sobre esse país e também um pouco sobre o Nepal.

Antes de mais nada, recomendo comprar o guia da Índia, do Lonely Planet. Provavelmente você não vai achar ele em português, mas mesmo assim vale a pena.

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Bom, no aeroporto de Londres eu descobri que você não pode trazer Indian Rupees, a moeda deles, pro país, e se trouxer você tem que preencher uma papelada, algo bem complicado. Me parece que eles querem que você troque a moeda ou saque nos ATM dentro da Índia, pelo menos foi o que eu entendi. Só não sei como eles podem checar isso, mas, em todo caso deixei para trocar no aeroporto.

Fui de British Airways, cheguei no aeroporto e descobri que não tinha assento para mim então eles me deram um upgrade e me colocaram numa classe chamada “pré-econônica”, uma classe “melhorzinha” que a econômica mas nem tanto assim. Bom, melhor que nada né?! A comida é horrível.

Chegando em Delhi, a imigração foi tranquila, muito melhor do que haviam me falado. Egito até agora é o lugar mais bagunçado que eu passei, e infelizmente não tenho foto! :( O que eles se preocupam muito aqui é sobre a gripe suína. Antes de passar pelo controle de imigração você passa por um “Health Check”, onde você entrega um formulário falando sobre os países que você passou e como anda a sua saúde.

Na imigração, controle de saúde

Na saída, reserve um taxi no seu lado esquerdo, onde diz Turist Police. É o mais confiável e o mais barato. Eu paguei 240 Rs para Pahar Ganj. Se você achar alguém que vai para o mesmo lugar que você, dividir sai ainda mais barato.

No transito, a primeira impressão da Índia. Buzina, Buzina, Buzina. É tudo que você vai ouvir durante todo o trajeto até o seu hotel ou em qualquer lugar que você vá em Delhi. É incrível o tanto que o trânsito aqui é louco. Mas funciona, pra eles!

Se o taxista te perguntar alguma coisa sobre hoteis e etc, não dê muito ouvido porque eles vão querer inventar alguma história para te levar para outros hotéis onde eles ganham comissão. Escutei várias histórias sobre taxistas que inventaram que o hotel tava fechado, ou que eles estavam cheios e coisas do tipo. Diz que é a sua segunda ou terceira vez em Delhi, que você tem amigos te esperando no hotel e que você já tem reserva e pagou o hotel. Acaba qualquer tipo de argumento.

Essa época do ano, outubro, fim das monsoons, como eles chamam, ou seja, as chuvas, é MUITO úmido. Não, não, íncrívelmente úmido. Eu acho que a umidade aqui chega a 100%.

Em Pahar Ganj, no Main Bazar, você vai sentir um choque. As ruas são extremamente sujas, mesmo assim você várias tentativas de pessoas tentando varrer o lixo de frente de suas lojas. Não existe lixeira e eu me senti extremamente desconfortável tendo que jogar lixo na rua ou em algum canto por isso tinha o bolso cheio de lixo o tempo inteiro. É realmente muito triste, e confesso que comecei a ter dó das pessoas que vivem por aqui. Me fez dar muito valor no lugar em que eu moro e eu acho que as pessoas que não dão, deveriam passar pelo menos 1 único dia por aqui, vão achar que nde você vive, por pior que seja, é o paraíso.

Ruas de Pahar Ganj

Lixo em toda parte, não importa onde você vá. Merda nas calçadas e na rua, e para ser sincero eu não acho que seja de algum animal, embora você veja muito cavalo e vaca perambulando pelas ruelas do bazar.

Bom, mas eu sei que isso é a impressão de Delhi, tenho certeza que existem vários outros lugares mais legais pra visitar e que eu teria uma impressão completamente diferente!

Aqui você precisa ficar atento, ouviu uma buzina saia da frente porque eles não param.

Vou explorar um pouco a cidade e volto com um post comentando. Essas foram as minhas primeiras impressões.

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