Archive for the 'EUA' Category
Sobre o Blog
Eu gostaria de agradecer a todos por visitarem sempre o meu blog. Pelas estatísticas que tenho recebido o blog cresceu bastante mas infelizmente postar ocupa uma grande parte do meu dia e consequentemente tem sido difícil conciliar o blog e as minhas viagens.
Já passei por 23 países e tentei ao longo de todos eles dar informações úteis para futuros mochileiros, e espero que consegui. Mas por agora, estarei dando um tempo com os posts para tentar curtir um pouco mais a minha viagem nessa última etapa no Sul da Ásia, entre Tailândia, Cambodia, Laos, Vietnam e Indonesia, mas continuarei atualizando os meus álbuns de fotos do picasa. Segue os endereços abaixo:
http://picasaweb.google.com.br/rafael.aroundtheworld/
http://picasaweb.google.com.br/rafael.aroundtheworld2/
http://picasaweb.google.com.br/rafael.aroundtheworld3/
O motivo de ter mais de um link é porque o picasa só aceita 1GB de fotos e já consegui estourar 2 vezes esse limite he he he.
Bom, os álbuns tem também um sistema de feed que você pode adicionar no seu leitor de rss e assim continuar acompanhando todo o resto da minha viagem.
Mais uma vez obrigado.
Rafael Faria
1 commentBoston
Minha estadia em Boston foi bem tranquila, na verdade a passagem pra Boston saiu praticamente de graça, e como eu já conhecia vim aqui pra reencontrar velhos amigos e botar a conversa em dia. Fiquei na casa da Grace Kelly, uma das minhas melhoes amigas do tempo da faculdade em Goiânia. Ela sempre muito atenciosa.
Quase estourei meu budget que tinha disponivel pra compras. Comprei roupas, brinquedos pro meu sobrinho, um video game Wii pra ele, perfume entre outras coisas.
Na quarta-feira fomos ver o show do Blue Man Group, que sinceramente, me impressionou. O espetaculo valeu cada centavo, que nem foi tão caro assim, 30 dolares o ticket de estudante.
Três dias pra descansar antes do próximo voô foram suficientes. Bateria recarregada!!!
Brasil, ai vou eu!!!
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Bom em Los Angeles eu fiquei no Banana Bungalow Hostel em West Hollywood. Pelo website foi um dos que pareciam mais decentes e não decepcionou muito.
Banana Bungalow está situado em 2 endereços, um em Downtown e outro em West Hollywood.
Ambos tem a faixada vem discreta com apenas uma plaquinha do lado de fora.
O hostel é cheio de gente simpática. Tinha vários brasileiros, inclusive alguns trabalhando por lá. Teve festa os 2 dias que eu fiquei lá com cerveja e jantar na faixa. Não sei se isso é algo de final de semana mas não reclamei, claro! O café também é gratuito.

Uma das melhores coisas do albergue é a internet gratuita. Você pode acessar a internet tanto do lobby quanto do seu quarto. Fantástico!
Se no seu último dia, antes de ir pro aeroporto, você precisar fazer algo, eles tem guarda volume onde você pode deixar as suas coisas e também não cobram nada.
Outra coisa interessante é que eles tem uma lista de tours saindo do hostel. City tour, Disneyland, Universal Studios, Six Flags e por aí vai. Basta você escolher e colocar o seu nome pra algum desses tours.
Só tenho uma reclamação, o chuveiro. Não sei o que havia de errado mas eu não conseguia tomar um banho decente. Ou saia muito quente ou muito frio não consegui um meio termo. Isso não seria um problema se não fosse inverno mas infelizmente foi um ponto negativo.
Nome: Banana Bungalow
Site:www.bananabungalow.com





Los Angeles
LA é uma cidade grande com diversas opções de lazer, gastronimia e turismo entre outras coisas. É uma cidade que eu, apesar de ter tido a oportunidade de conhecer, acabei deixando passar. Desta vez resolvir fazer uma parada, rápida, mas que daria tempo de conhecer pelo menos um pouco da cidade.
Cheguei muito cedo, vim de America Airlines, vôo foi OK. Tomei um Dramin pra dormir e mesmo assim não consegui dormir direito e acabei chegando em LA igual um Zumbi de tanto sono.
Peguei uma shuttle na porta do aeroporto, Super Shuttle, que você pode inclusive bookar na hora que chega lá. Custou 16 doláres e te deixa na porta do hostel. Cheguei no hostel, Banana Bungalow, às 8 da manhã. Descobri que eu só poderia fazer o check in no hostel depois das 11. Frustrante porque eu queria dar um cochilo e não teve como. Como já expliquei na crítica do hostel, eles tem um sistema de tours no quadro deles e já apliquei pra um que faz um tour na cidade toda, ou melhor, nos principais pontos turisticos, Sunset Strip, Walk of Fame, Home of Movie Stars, Beverly Hills, Bel Air, Holywood sign entre outros. Teoricamente eles te levam nas praias de Santa Monica e Venice e custa 69 doláres. Por algum motivo esse dia eles não estariam levando pras praias e apenas os pontos turisticos sairia 40. Eu achei caro, porque você pode ir pra todos esses lugares sozinho e gastando MUITO menos. Ônibus é muito fácil e muito barato, custa aproximadamente 1,25 cada viagem. Mas como eu estava com MUITO sono e não queria ficar andando ou principalmente pensando em trajetos a este ponto resolvi ir nesse tour.
Hollywood sign é legal mas pararam muito longe da placa, ou seja, nem deu pra pegar uma foto decente de mais perto. Se tivese sozinho e sem sono, provavelmente chegaria mais perto. Passamos por Sunset Strip, Hollywood Blvd., descemos na calçada da fama, Chinese Theatre, onde as celebridades colocam as mãos e os pés e Kodak Theatre, onde o oscar é celebrado todo ano.
Em Beverly Hills é legal ver as mansões, mas a parte das casas de celebridades é bem boring. Eu não entendo como alguém pode gostar de ficar vendo as casas das celebridades sendo que a maioria elas você só vê o portão. Mas é uma industria de dinheiro, né.
Conheci 5 australianos de Perth e confesso que nunca tive problema com o sotaque australiano, até hoje. Os caras definitivamente conversam outra língua. Depois conheci ouros 2 australianos de Melborne que me disseram que as vezes até eles não conseguem entende-los. Menos mal!
Festa no hostel de noite com bebida de graça mas com o sono que eu estava tudo que eu queria era dormir. Fui pra cama bem cedo e acordei mais cedo ainda no outro dia pra ir pra Universal Studios.
Passei o segundo dia na Universal Studios. Gostei bastante. Conheci 2 australianos de Melborne super gente fina e como eu estava sozinho logo fiz amizade e aproveitamos pra andar juntos por lá. As atrações são bem interessantes e os passeio pelos SETS de gravação também é super interessante. Passei por varios cenários que vemos em filmes.
Ficamos lá das 9 da manhã até as 6 da tarde e conseguimos fazer todas as atrações.
Na volta pro hostel descobri que havia mais uma festa com bebida e comida na faixa, mas mais uma vez eu deixei passar. Fui encontrar Eric Sommerfeld, um co-worker que mora em LA. Como eu conversava com ele bastante lá da Australia e nunca havia conhecido ele pessoalmente fomos comer algo e conversar.
No domingo acordei lá pelas 10 e resolvi ir pra Santa Monica, que pela sugestão do driver do tour do primeiro dia, final de semana são os melhores dias. Infelizmente depois de 2 dias de sol, eu escolho o pior dia pra ir pra praia. Mesmo nublado eu fui mesmo assim. Peguei um ônibus, paguei 1,25 e me deixou na praia.
Cheguei lá o tempo abriu. Tenho tido muita sorte ultimamente em relação ao tempo, espero que continue assim!
Andei na Third Streer, fiz compras e depois fui dar um rolê na paia. A praia é imensa e eu curti pra caramba. O calçadão, as pessaos fazendo acrobacias, exercicios, capoeira, yoga, trapezio, enfim, de tudo um pouco. Realmente as pessoas vão pra praia pra se exercitar acima de tudo. De cima do pier, até leão marinho tive a oportuniade de ver.
Cansado deixei Venice pra outra oportunidade, precisava voltar pro hostel, fazer minhas malas e ir pro aeroporto.
Nunca pensei que viajar cansasse tanto. Este é o meu quinto voô em 10 dias. E ainda há muitos por vir!!!
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Em Hilo, Big Island no Hawaii, você não tem muita opção. Ou fica no Hilo Bay Hostel ou no Arnotts.
Fiquei dois dias no Hilo Bay Hostel. Minha avaliação é OK. Nada de mais, nada de menos.
Scott, o dono é um cara super simpático, sempre pronto pra tem ajudar mesmo nem sempre sendo muito especifico.
O banheiro é comunitario pra todos do hostel mas sempre limpo. Internet custa 3 dólares meia hora e 5 pela hora. Eu consegui achar uma rede wireless aberta mas minha conexão caia toda hora. Não tem nenhuma relação com o hostel e não funcionava na sala apenas no meu quarto. Bom, como era de graça eu não tinha o porque reclamar né!
O albergue é super limpo e TV só até as 10 da noite. Depois fica tudo fechado, entretanto você tem a chave da frente pra entrar e sair quando quiser.
Não gostei muito dos colchões, nem do travesseiro. Nada confortavel na minha opinião.
O hostel é bem simples, mais parecido com uma casa grande com vários quartos e camas.





Hawaii – Big Island
Cheguei em Big Island e fui procurar uma shuttle pra me levar até o hostel, em Hilo. Acabei descobrindo que eles não tem nenhum serviço de shuttle e que eu teria que pegar um taxi. Do aeroporto até o hostel foram 18 doláres e vice versa. A motorista era bem simpática e me explicou um monte de coisas sobre a ilha, onde eu pegava ônibus, o que fazer e o que não fazer.
Cheguei no Hostel fui muito bem recebido pelo dono, Scott. Acertamos as diárias, me deu a chave e me mostrou o meu quarto. Ele me colocou em uma double bed, que é mais ou menos uma cama de casal e me mostrou os banheiros, que são comunitários mas separados pra homem e mulher.
O Hostel é simples, nada de mais, parece mais uma casa com vários quartos, cozinha e banheiro e uma sala onde na TV não tem nenhum canal mas você pode pedir algum dos DVDs que ele tem disponível. Internet é o olho da cara, 3 doláres meia hora e 5 por uma hora. No quarto eu achei um wireless de graça, infelizmente não havia levado o meu computador mas fiquei acessando do meu iPhone.
Procurei algum tour na internet e até achei alguns, mas a maioria muito caro ou não tinha muita informação de como, quando ou onde. Scott me aconselhou a alugar um carro e fazer os tours sozinho mas que seria difícil achar carro porque a ilha tem um limite de carros que podem ser alugados. Ele fez algumas ligações e conseguiu uma 4×4 por 145 dolares por 24 horas. Achei um absurdo e falei que ligaria mais tarde porque precisava pensar.
Sai pra comer algo, em um restaurante do lado do Hostel. O Restaurante é bem agradável e o dono é super gentil. Faz o máximo pra te deixar em casa. Comida é OK, nada de mais.
Voltei pro Hostel, procurei novamente algum tour e todos em torno de 130, 140 doláres pra ir ver a lava do vulcão ativo ou 100 pra mais, pra ver o Mauna Kea. Embora eu ache um absurdo pensei que se eu não alugasse o carro eu acabaria fazendo nada em Big Island. Liguei o foda-se e aluguei o carro, das 4 da tarde até as 4 do outro dia.
Uma shuttle da compania foi me buscar, enquanto eu esperava eu conversava com Earl, um dos empregados do hostel, que me disse que poderia me levar pra ver a lava por 35 dolares. Infelizmente já havia alugado o carro.
Após pegar o carro, peguei a highway 11 e fui em direção ao lugar onde você vê a lava do vulcão. Scott mais uma vez me surgeriu ir pela costa em vez de ir por dentro, pegando a highway 11, depois cortando pra 132 e depois 137 e seguindo até o ponto onde as pessoas veêm a lava.
O caminho é muito agradável, tranquilo e passa por vários sítios. Poucos carros e é muito, mas muito calmo. É mais ou menos 1 hora até o ponto que você precisa chegar.
Passei pelo Lava Tree State Park e parei para algumas fotos, onde você vê árvores que foram queimadas pela lava, alias por onde você passa você vê marcas da lava, seja nas pedras, seja na vegetação ou nas árvores.
No caminho parei também no Ahalanui Park, onde tem uma piscina natural. Bonito cenário.
Chegando no destino, exitem várias placas e direções. Você estaciona o carro e percorre uma pequena trilha a pé. Fiquei meio decepcionado com a distância que você precisa estar. Fotos decentes só com tripé e olhe lá. Depois descobri que é por causa das explosões. Até o começo do ano de 2008 as pessoas podiam andar pelas lavas, você podia ver lava debaixo das pedras, que na verdade era o que eu esperava ver. Legal mas nada de emocionante como eu esperava. Existem tours que te leva de barco onde a lava cai no mar, derrepente é algo que vale a pena, alias, entre pagar 100+ doláres só pra ir la ver a lava e ir de barco e pagar um pouco mais eu iria de barco fácil. Fica a dica.
No dia seguinte, como eu sabia que o Mauna Kea abriria as 9 eu acordei bem cedo. Para a minha decepção o dia estava bastante nublado e choviscando. Roguei praga, chinguei, fiquei bem chateado. Fui de qualquer jeito. São algo em torno de 30 milhas até lá e mais uma vez o caminho é bastante agradável. Continuava choviscando e as nuvens nem sinal de dar trégua. Um pontinho azul do céu bem no horizonte me dava esperança.
Quando você chega na entrada em direção ao Visitor Centre e começa a subida é algo surreal. Você simplesmente passa no meio da neblina, das nuvens, e quando você percebe o céu está brilhando e o céu está azul. É algo impressionante. Me senti ridículo por ter ficado tão chateado, devia ter mais fé! Deus faz coisas tão interessantes que é até difícil de acreditar. Passar entre as nuvens, vai imaginar.
Enfim, quando você começa a subida acaba percebendo que a temperatura também começa a baixar. É recomendado ficar pelo menos uns 30 minutos no Visitor Centre pra poder acostumar com a altitude que até lá já são 9 mil pés. No topo chega a quase 15 mil pés.
A subida é recomendado uma 4×4, razão pela qual eu aluguel uma, mas eu vi vários carros que de 4×4 não tinham nada em direção ao topo, o que eles chamam Summit. Dica, se for pra chegar só até o Visitor Centre nem vá, porque eu não vi nada de interessante por lá, a não ser essa experiência de passar pelas nuvens. Se não está de 4×4, por mais caro que seja, recomendo um tour até o topo.
Chegando no topo é incrível, todo rodeado de neve, que alias, Mauna Kea significa “montanha branca”. Fazia quase 0 grau mas a sensação térmica era muito menos por causa do vento. Leve uma jaqueta bem grossa, porque com o meu moleton eu passei frio. Nos observatórios, só podia entrar em um, que na verdade você entra em uma portinha pra poder ver a estrutura do telescópio, nada que uma foto conseguisse mostrar como é dentro, só estando lá pra ver a monstruosidade que é o telescópio. De acordo com o video que eu assisti no Visitor Centre, o telescópio é tão potente, que pra ter uma ideia se estivesse em New York, conseguiria ler a manchete de um jornal em Los Angeles perfeitamente. Incrível.
O topo do vulcão em si é rodeado de neve. Em uma das fotos que eu vi, tinham 2 snowboarders escalando pra poder descer. Isso sim, seria uma experiência inacreditável. Vai ficar pra minha “To do” na próxima visita ao Hawaii.
Voltei pro Hostel umas 4:30 da tarde e fiquei vendo TV. Sem carro em downtown não dá pra fazer nada na ilha, fiquei tentando matar meu tempo. Fiquei trocando ideia com o povo que estava na sala e Scott veio me pedir um favor, pra posar de casal com uma canadense que também estava na sala, que iria sair no jornal. Não estava fazendo nada mesmo, porque não?
Enfim, digamos que sou famoso agora no Hawaii, he he, sai na primeira página do Hawaii Tribute-Herald. Tudo bem que não vi o sentido da foto estar na capa sendo que nem matéria a foto tem, é apenas a foto e uma legenda falando do hostel, mas quem se importa né? Importante é sair na capa, ficar chato e distribuir autógrafo, ha ha ha.
Em um overall, foi legal, gastei aproximadamente 400 dolares pra apenas 2 dias, mas acabei vendo cenários que eu nunca pensei que veria.
Na minha opinião, uma viagem legal pra Big Island seria uns 5 dias, alugando um carro pequeno, e rodeando a ilha, pois segundo as pessoas que eu conversei tem várias praias e parques pra se ver. Sugiro acampar enquanto está por lá, pois custa 5 doláres a permissão de acampamento. No caso de alugar um carro pequeno, e mesmo assim querer visitar o topo do Mauna Kea, pare no Visitor Centre e espere até que algum 4×4 pare por lá e peça pra subir com alguém, duvido que alguém te negará.
Hoje parto pra Los Angeles, mando mais notícia de lá.
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Hoje acordei cedo, tirei todo mundo da cama e fomos pra Diamond Head uma formação criada pela erupção de um vulcão.
A entrada custa 1 dolár e a caminhada é de quase 1 hora mas vale cada minuto pois o visual lá do topo é impressionante. Você consegue ver grande parte da costa onde está Waikiki além das casas que foram construidas em cima das montanhas. As “favelas” do Hawaii
A tarde finalmente consegui cair na água. Infelizmente, não consigo me recordar o nome da praia. As ondas não eram as melhores mas dava pra ter uma ideia de como é surfar no Hawaii. A primeira onda que tentei pegar já bati os pés nos corais. Tentei procurar algum lugar mais fundo mas mesmo assim fiquei com receio. Consegui ficar em pé em uma única ondinha, mas foi só isso. Fiquei só 1 horinha e resolvi jogar a toalha branca. Sad, but true.
Hoje, também, resolvi ir para Big Island. Perdi a chance de comprar a minha passagem por 95 doláres a 2 dias atrás portanto sugiro fazer isso cmo antecedencia caso queira visitar big island. Hoje acabei pagando 135 doláres. Ferry não seria muito diferente da passagem aérea e demora quase 2 horas se não me engano. Vou ficar em Hilo, em um hostel chamado Hilo Bay Hostel, pela diária de 25 doláres.
Ainda não sei qual vai ser o roteiro e nem como vou chegar no vulcões, resolvi deixar as coisas acontecerem. Mando mais notícia de lá.
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Hoje acordamos bem cedo, fomos em igreja brasileira da Assembléia em North Shore. Conheci bastante gente lá e o culto é bem interessante.
North Shore é aproximadamente 50 minutos de carro de onde eu estou, em Waikiki. De ônibus fica a mais ou menos 1h40. Por este motivo aproveitamos para pegar uma praia em Waimea novamente, aquela que tem a pedra onde pulamos no primeiro dia.
Desta vez a água estava cristalina, azul, verde, uma mistura bem bonita. Me lembrou muito algumas das praias que eu visitei na Austrália. Ficamos pulando da pedra quase a tarde inteira, minha cabeça até dói de tanto pular de ponta. Fiquei tentado em dar um mortal pra tras mas achei mais sensato deixar pra lá
Saindo de lá passamos em Pipeline para conferir as ondas. Mais uma vez uma decepção. Nada de ondas. Estou começando a achar que as ondas do Hawaii são apenas uma lenda!!!
Hawaii – Hanauma Bay
De tarde com o tempo melhor fomos visitar Hanauma Bay, uma praia em forma de baia formada por fragmentos do vulcão que existia antes no lugar, se não me engano é a uma das poucas praias no mundo que você paga entrada, 5 doláres para quem não é residente do Hawaii. Na entrada você é obrigado a assistir um video com uma orientação sobre o lugar, mas o que parece meio chato acaba sendo bastante educativo pois é bastante inteessante como o lugar foi criado.
Para quem vêm eu sugiro passar no Wal*mart e comprar um snorquel e a mascara que custa entre $6-10 dolares os mais simples. Você pode alugar por lá também mas vai acabar pagando a mesma coisa.
As águas cristalinas fazem do lugar um paraiso. O visual é incrível e até agora é o lugar mais bonito que eu já fui.
Passei o dia praticamente debaixo d’água, do lado dos corais. A variedade de peixes e as cores dos peixes fazem do snorqueling uma experiência indescritível. O mais incrível foi ver as tartarugas, que nem nos meus mergulhos na barreira de corais eu tive a oportunidade de ter esta experiência.
Perto de 5:30 os salva-vidas começam a anunciar o fechamento da praia.
Para não passar em branco, a noite fomos para uma balada chamada Señor Frog. A entrada custa 10 doláres mas o Rogério conhecia a menina da portaria e acabamos entrando de graça. Na portaria você recebe um copo imenso, que infelizmente eu não tenho foto, mas exitem algumas bebidas especiais para se beber nestes copos.
As pessoas não eram das mais bonitas, alias, as pessoas no Hawaii são bem “diferentes”. Entretanto, gosto é gosto.
Comments are off for this postHawaii – Waikiki e North Shore
Enfim comecei a minha tão sonhada viagem. Foram 9 horas de viagem até Honolulu, Hawaii e o meu primeiro dia foi MUITO bom.
Sai de Sydney as 8 da noite, pela Qantas. O voo saiu exatamente no horário e chegou até mais cedo. Entretanto, dentro do avião, deixou muito a desejar. A comida era boa mas assistir filme era quase um desafio. Primeiro que não tem o visor individual, era um telão bem desgastado e bem longe do meu acento. Segundo, o adaptador do phone da minha poltrona não estava funcionando, juntando com os headphones que eles disponibilizam, desisti de assistir filme e me rendi à pequena telinha do meu iPhone.
A primeira impressão já tive logo no aeroporto, as pessoas parecem nada com americanos e é bem visível a descendencia da polinesia. Me impressionei com a quantidade de asiativos também. Mas é bem agradavel ser recebido com vários “Alohas” enquanto você passa pela imigração.
Saindo do aeroporto, em Honolulu, Oahu, meu brother Rogério, onde estarei ficando nos próximos dias, foi me buscar e fomos direto pra casa dele. Ele mora em Wakiki, em cima do morro. Brinquei falando que ele mora na “favela”, mas ao contrário da favela que conhecemos, a dele é nada comparado com a nossa do Brasil. No morro, são casas muito bem construidas, algumas devem custar milhares de dolares. Impressionante a vista a noite.
A tarde fomos pra Waikiki Beach, onde existem várias estátuas de pessoas que tiveram influência no país. Duke Paoa Kahanamoku, por exemplo, que foi basicamente quem popularizou o surf no Hawaii além de ter sido campeão olímpico de natação .
Na praia você vê muita, mas muita gente tentando surfar. Apesar de serem bem afastadas da areia, são ondas fáceis e gordas então até os turistas se arriscam a pegar uma ondinha. Existem barracas de rent a board em vários pontos da praia mas infelizmente não tinhamos levado nenhuma prancha e eu não estava em condições de pagar 20 dolares para alugar uma prancha pelo dia. Ainda não foi dessa vez que vou pegar a primeira onda no Hawaii.
Ainda de tarde, dirigimos pra North Shore, onde eu esperava bastante ansioso ver alguma daquelas ondas imensas que vemos na TV. Para a minha desilusão o que enontrei foi um mar mais pra lagoa do que pra pipeline. O nosso consolo foi uma pedra de uns 8 metros onde ficamos saltando e apreciando a paisagem.
Visitei algumas praias, entre elas Hale’iwa, famosa pelo surf.
Tivemos também a oportunidade de apreciar um lindo por do sol no final do dia.
Morto, fui para casa, e agora estou prestes a capotar. Trago mais notícias em breve. Aloha!!!!
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