Archive for the 'Itália' Category
Sobre o Blog
Eu gostaria de agradecer a todos por visitarem sempre o meu blog. Pelas estatísticas que tenho recebido o blog cresceu bastante mas infelizmente postar ocupa uma grande parte do meu dia e consequentemente tem sido difícil conciliar o blog e as minhas viagens.
Já passei por 23 países e tentei ao longo de todos eles dar informações úteis para futuros mochileiros, e espero que consegui. Mas por agora, estarei dando um tempo com os posts para tentar curtir um pouco mais a minha viagem nessa última etapa no Sul da Ásia, entre Tailândia, Cambodia, Laos, Vietnam e Indonesia, mas continuarei atualizando os meus álbuns de fotos do picasa. Segue os endereços abaixo:
http://picasaweb.google.com.br/rafael.aroundtheworld/
http://picasaweb.google.com.br/rafael.aroundtheworld2/
http://picasaweb.google.com.br/rafael.aroundtheworld3/
O motivo de ter mais de um link é porque o picasa só aceita 1GB de fotos e já consegui estourar 2 vezes esse limite he he he.
Bom, os álbuns tem também um sistema de feed que você pode adicionar no seu leitor de rss e assim continuar acompanhando todo o resto da minha viagem.
Mais uma vez obrigado.
Rafael Faria
1 commentGrécia, ai vou eu!
Hoje o dia vai ser cansativo, tenho um longo caminho até a Grécia.
Resolvi fazer o caminho, Nápoles – Bari – Patras – Atenas, para economizar algum dinheiro. Os vôos saindo de Roma ou cidades mais perto estavam por volta de €300 e de forma alguma eu estou disposto a pagar essa quantia em um vôo dentro da Europa. Pelas minhas contas, fazendo esse caminho de trem/ferry eu pagaria por volta de €120.
Enfim, acordei as 7h40 para ir até a estação de trem em direção à Bari. Já tinha comprado meu ticket no dia anterior, custou €25 para ir de inter regional em vez de €35 para ir de Eurostar. Uma decisão que hoje me arrependo pois o trem é um tremendo caos. Portanto, VÁ de eurostar. Como não tinha comprado o ticket alguns dias antecipado, eu não tinha garantia de assento, ou seja, durante mais de 1 hora eu fiquei em pé dentro do trem até achar um lugar para sentar. O trem em si é um pesadelo, são cabines de 6 pessoas e quem não tem assento fica no corredor minúsculo com pessoas passando o tempo inteiro com malas imensas. É um verdadeiro caos. Com €10 a mais eu teria ido bem tranquilo de Eurostar. Uma lição que aprendi!
Galera em pé no corredor do trem
Cheguei em Bari por volta das 2 da tarde. No caminho, conheci 3 australianos que também estavam fazendo o mesmo caminho e acabei me enturmando. Ali fora da estação paramos no Mac Donalds e comemos algo. Na europa, a maioria dos Mac Donalds você tem internet grátis.
Como eu não tinha comprado a passagem do ferry ainda, fui direto para o porto. Comprei na hora sem problemas, e me custou €75 para o deck pass. Agosto inteiro é alta temporada na Grécia, portanto as passagens são mais caras. Em qualquer outra data eu teria pago €50. Deck pass é a forma mais barata de se viajar no ferry, você “se vira” nas cadeiras ou no chão do deck.
Chegue cedo para conseguir um bom lugar. Embora o ferry só partia às 20h, o embarque começa cedo.
Eu achei que ninguém comprava deck pass mas eu estava completamente enganado, era tanta gente que eu fiquei assustado. Parecia que as pessoas estavam acostumada a esse tipo de viagem. Alguns tinha colchões de ar, outros se viravam com uma boia inflável, outros com saco de dormir. Eu como não estava
preparado, joguei minha toalha no chão e fiz o meu cantinho.
No deck você tem um bar onde eles vendem cerveja, jantar, sorvete, água, refrigerante, enfim, tudo que você precisa para não passar fome. A maioria das pessoas passam em supermercado e faz uma compra básica para passar a madrugada, eu não tive tempo de procurar porque estava preocupado em comprar a passagem. O jantar não era tão caro, até saiu em conta, aproximadamente 7 euros por um prato de comida.
A noite foi longa e faz muito frio. Muito vento. O ferry leva 17h para chegar até Patras. Ou seja, saimos às 20h e cheguei em Patras às 13h do outro dia. Sobrevivi, mas se tiver que fazer essa viagem novamente eu iria um pouco mais preparado.
Cheguei em Patras e a estação de trem e ônibus fica logo ao lado do porto. O ferry oferece passagem de ônibus para Atenas por €20, o que não é um mal negócio, afinal, você já embarca do porto para Atenas. Ônibus local custa €17, e o trem, que eu peguei, custa €10, mas mais uma vez não é uma viagem tão agradável. Você pega 2 trens, o primeiro foi ok, ar condicionado e pouca gente. O segundo é uma loucura. Pelo fato de passar por várias praias no caminho para Atenas, o trem lota ao ponto de não ter espaço para mais ninguém. E sem ar condicionado, o que piora a situação. Mais ou menos a loucura de pegar ônibus durante a hora do rush em São Paulo.
Finalmente cheguei em Atenas por volta das 19h e peguei um metrô, que custa €1 por 90 minutos, pro meu albergue. Cheguei lá e descobri que eu havia feito a reserva no dia errado. Não sei como isso aconteceu e para meu azar o albergue estava lotado, mas para minha sorte eles conseguiram uma vaga em outro da rede de albergues da juventude. Mochila nas costas e metrô denovo para o outro albergue.
Finalmente, depois de mais de 30 horas de viagem, eu cheguei na Grécia. Tudo que eu precisava agora era uma boa noite de sono em uma cama confortavel e foi exatamente isso que aconteceu!
Positano, Itália
Depois de um dia inteiro de descanso, com o corpo e o pé dolorido ainda dos saltos das pedras em Capri, resolvi sair de casa hoje e ir para a praia novamente.
Os amigos que eu haviam feito no dia de Capri já fizeram check out do hostel, e embora eu odeie ir à praia sozinho, não podia deixar o dia passar em branco.
Peguei o trem para Sorrento, que custa €3,30 e demora aproximadamente 1h10. Chegando lá, na saida mesmo da estação, você pega um trem para Positano. Outra sugestão também, aproveitando o post, é ir para Amalfi, e você pega o ônibus no mesmo lugar.
São aproximadamente 35 min até Positano. O caminho se faz pelas montanhas e o visual é lindo. A última parada, no centro, é uns 300 mt da praia, que inclusive você consegue ver lá de cima.
Mais uma vez o visual é incrível, a cidade é toda construida em cima do morro, uma “favela” chique.
A praia, em vez de areia, são pedras, e é quente, MUITO quente. Você pode pagar para ficar na área privada e ter um pouco mais de conforto também.
Não fiquei muito por ali, talvez por umas 2h30, pois como eu disse, praia sozinho é meio chato.
Andei pelas ruelas e tentei subir o morro por outro caminho e acabei achando outra praia. Entre os sobe e desce resolvi voltar pra Nápoles pois não queria perder o metro desta vez.
O lugar é lindo, mas poderia ter sido melhor se eu tivesse com a galera que eu estava em Capri.
Viajar sozinho, embora eu faça amizade muito fácil, as vezes tem a sua desvantagens.
Voltando à Nápoles, fiz as malas e fui resolver minhas viagens pras ilhas gregas e Egito.
Amanhã o dia será longo!!!
Comments are off for this postAs ruínas de Pompeia
Peguei um trem logo cedo para Nápoles, onde me hospedei por 4 noites. Talvez em uma outra oportunidade teria me hospedado em Sorrento pois fica muito mais próximo da Amalfi Coast e os ferries para as ilhas são mais baratos.
Cheguei em Nápolis por volta das 11h da manhã e depois do check in fui direto para Pompeia.
Para chegar em Pompeia, vá até a estação central de Nápoles, e pegue o circumvesuviano para Sorrento. Esse Circumvesuviano funciona como se fosse um metro com várias paradas. Você tem a opção de escalar o vesuvio (o vulcão que destruiu Pompeia), para isso pare na estação Ercolano Scavi. Ou seguir para as ruínas de Pompeia, que foi o meu trajeto. Para isso desça no Pompei Scavi. O ticket para Pompeia custa 2,40 e demora por volta de 30 minutos.
O lugar é imenso e ali você tem a oportunidade de dar um outro mergulho na história. O ticket custa 11 euros.
A antiga cidade foi destruída durante uma grande erupção do vulcão Vesúvio em 24 de Agosto do ano 79 d.C.
Em Pompeia com o Vesuvio no fundo
A erupção do vulcão provocou uma intensa chuva de cinzas que sepultou completamente a cidade, que se manteve oculta por 1600 anos antes de ser reencontrada por acaso. Cinzas e lama moldaram os corpos das vítimas, permitindo que fossem encontradas do modo exato em que foram atingidas pela erupção do Vesúvio. Desde então, as escavações proporcionaram um lugar arqueológico extraordinário, que possibilita uma visão detalhada na vida de uma cidade dos tempos da Roma Antiga.
Ver as pessoas petrificadas é além de interessante, um pouco assustador. Na hora que pegar o seu mapa, peça para apontarem onde você pode ver as pessoas petrificadas. Crianças, cachorros, adultos, você tem a oportunidade de ver tudo isso, mas alguns pode ser um pouco difícil de achar se você não tiver nenhuma direção, portanto chegando lá peça para eles apontarem no mapa.
Sensacional, adorei a experiência. Hoje acrescentei um pouco mais o meu conhecimento de história, assim como eu tenho feito desde que comecei a viajar e conhecer lugares tão interessantes quanto este.
Se estiver em Nápoles, não deixe de visitar Pompeia, não vai se arrepender.
Comments are off for this postCrítica de Albergue – Roma
Chegando no hostel eu fiquei um pouco decepcionado. O lugar é realmente pequeno e os quartos menores ainda. Mas acabei me animando após conhecer a staff e as pessoas que estavam no lugar.
A localização é ótima e você está à apenas 1 parada de metro do Roma Termini, a estação ferroviária (ou 10 min andando). O metrô é 2 minutos andando da porta do albergue.
Os quartos são relativamente pequenos, alguns maiores que os outros, mas o primeiro que eu fiquei, eram 4 beliches, uma do lado da outra, sem quase espaço para passar por elas. Bem apertado mas com ar condicionado.
Os banheiros comunitários estavam sujos na maioria do tempo e em um dos dias quando fui tomar banho pela manhã não tinha água quente. Alguns quartos, como o que eu me mudei no último dia, tem banheiro, que apesar de limpo é também muito pequeno e apertado.
Se você quer um lugar pra descansar este albergue definitivamente não é o seu lugar. A partir das 8h da manhã já começa a ouvir um chillout no corredor e às 21h o pancadão começa até meia noite. Com o brasileiro Fábio, da recepção, animando todo mundo e fazendo “coqueteis” onde você só paga o custo de 3 euros.
Um outro ponto negativo é que você não pode ficar ali entre as 11h e as 16h porque eles fecham pra limpar.
A internet custa €0,50 por 15 minutos (os primeiros 15 min são grátis) e não tem Wi-fi grátis o que perdeu fez com que a minha nota do hostel caisse bastante.
O lugar acabou sendo legal pra mim, conheci bastante gente divertida e acabei até planejando seguir viagem com alguns deles.
Eu quando entro em um hostel, sempre penso comigo “não estou aqui para morar e serão apenas alguns dias”, portanto tento não ser tão fresco quanto a isso. O albergue tem que ser MUITO ruim para eu querer mudar, este era OK.
Nome: Ivanhoe Hostel
Site: http://www.hostelworld.com/
Diária mais barata: €22 em um quarto com 8 camas.





Um mergulho na história Romana
Eu particularmente adorei Roma. Tanta coisa pra fazer, tantos monumentos para visitar e história pra aprender.
Comecei meu dia cedo, eu e Maxi, um argentino que eu conheci no hostel, fomos direto ao Coliseu. Assim como outras coisas, foi totalmente diferente do que eu esperava, principalmente dentro. Para entrar você paga €10 e o ingresso também é válido para o Palatino e Foro.
Dentro do Coliseu fiquei tentando imaginar como era antigamente e se o filme Gladiador conseguiu realmente fazer justiça ao que era o lugar antigamente. Vale a visita, é realmente incrível.
Saindo dali caminhamos pelo Palatino e o Foro que ficam ao lado do Coliseu.
Passamos pela Ponte Fabricio, Campo de Flor, Piazza Navona, onde se encontra o consulado Brasileiro e compramos algo para comer ali perto do Pantheon.
Caminhamos pelo Palazzo Montecitorio, na Piazza del Parlamento e seguimos direto pra a famosa Fontana di Trevi. O lugar é cheio de gente e a fonte é linda. Vale a pena descansar um pouco na sombra perto da fonte.
Seguindo passamos pelo San Carlo Quattro Fontane, onde nas 4 esquinas você encontra uma fonte com esculturas diferentes. Continuamos pelo Trinità del Monti onde tem o Spanish Steps, onde no primeiro dia foi o encontro do pub crawl, na Piazza di Spagna.
Mais a frente chegamos na Piazza del Popolo, mais ou menos perto das 19h. Subimos no parque que tem ao lado, acho que chama Galoppatoio.
Além do por do sol, do parque você tem uma visão da panorâmica da cidade e consegue ver a cúpula do Vaticano.
Roma tem muita coisa para ver, talvez um tour com alguém contando a história de cada lugar seria muito mais interessante e eu teria pago só pra aprender um pouco mais sobre o lugar. Definitivamente estarei estudando mais sobre os lugares que passei.
Morto, dei o meu dia por encerrado e me despedi de Roma comendo um pedaço de pizza e um gelato.
Comments are off for this postO Vaticano
Após 3h de sono da noite passada, acordamos as 9h e fomos ao Vaticano.
Todo mundo que eu conversava fez o maior terrorismo sobre entrar de bermuda, mulher entrar de saia que eu acabei indo de calça jeans só pra garantir. Eu não sei se porque era domingo e consequentemente tinha milhares de pessoas por lá, mas não vi nenhuma restrição quanto à qualquer destas coisas, embora existam placas que suportam o argumento.
Uau, nem acredito que estou aqui. Após 1h40 de fila para entrar, afinal, último domingo do mês a entrada é gratúita então todo mundo decide ir pra lá, estou finalmente conhecendo a famosa cidade do Vaticano.
Na verdade, Vaticano fica dentro de Roma, cercado por um grande paredão. Fácil de chegar pelo Metro.
É realmente incrível passear pelos corredores, suas infinitas obras e esculturas e claro, visitar a Capela Sistina.
Outra visita que não pode faltar é a Basílica de São Pedro, que sinceramente, impressiona e MUITO.
A Basílica de São Pedro é a maior das igrejas do cristianismo e um dos locais cristãos mais visitados. Pode albergar mais de 60 mil devotos (mais de cem vezes a população do Vaticano). É o edifício com o interior mais proeminente do Vaticano, sendo sua cúpula uma característica dominante do horizonte de Roma, sendo adornada com 140 estátuas de santos, mártires e anjos. Fica na Praça de São Pedro, desenhada por Bramante, com contribuições de muitos outros artistas do Renascimento e do maneirismo, como Michelangelo, Rafael e Bernini.
Andando pela basílica fiquei impressionado com o detalhe da arquitetura daquele lugar. Só estando alí pra saber a dimensão da estrutura. UAU… fico até sem palavras só de lembrar.
Você pode também subir na Cúpula, custa €5 para subir os 330 degraus ou €7 para pegar o elevador.
Vale também o passeio pelas tumbas dos Papas. Onde a tumba de João Paulo II você encontra além de pessoas rezando, 2 seguranças, um de cada lado, evitando que você toque ou tire fotos. Aqui também dizem que está enterrado o apóstolo Pedro.
Na saida você está na Praça de São Pedro. Onde você vê todo o prédio do lado de fora e o famoso balcão onde o papa faz as suas aparições quando é nomeado.
Sentamos ali na sombra para descansar e saimos para almoçar antes de voltar para o albergue.
De volta ao albergue, dormimos até às 9h onde acabei acordando com a música de festa no corredor do hostel. Fiquei por ali mesmo trocando ideia com o pessoal novo do hostel e com os australianos que conheci. A noite a galera foi fazer um happy hour em uma das praças de Roma mas eu preferi por ficar e dormir um pouco mais “cedo” para recarregar a bateria.
Já não tenho 20 anos para guentar esse batidão, he he.
Comments are off for this postPub Crawl em Roma
Chegamos em Roma por volta das 19h e fui direto para o albergue. Ali conheci alguns australianos e conversando com eles recebemos um convite para o pub crawl. Eu não estava esperando gastar dinheiro saindo, mas me disseram que a noite em Roma vale a pena fazer esse “esforço”.
Os australianos resolveram ir em outro pub crawl, o que supostamente deveria ser o melhor de Roma, chamado Spanish Steps. Realmente impressiona, no ponto de encontro eu imagino que tinha por volta de umas 200 pessoas.
Galera reúnida no Spanish Steps
Mas assim como todos os outros pub crawls oferecem, você tem bebida a vontade, competição de quem bebe mais rápido, e pizza na primeira hora. Um shot em cada bar e uma entrada, sem fila, em uma balada.
Eu com alguns australianos no pub crawl
A brincadeira custa 25 euros aos sábados e €20 durante os outros dias. Faça sua reserva na internet e no primeiro bar você pula a fila para pagar.
Tudo correu muito bem até a última balada, que teoricamente iríamos pular a fila e acabamos ficando uns 45 minutos em uma fila que nunca entrava, fazendo a gente desistir e ir procurar algum bar por perto.
A cerveja na maioria é um pouco cara, por volta de €3,50 à €5 .
Definitivamente vale a pena sair com eles, infelizmente tivemos um pequeno incedente no final, porque acho que é muito difícil administrar esse tanto de gente, mas você acaba conhecendo MUITA gente e é isso que importa.
Fica aqui minha sugestão.
Tenho 3 horas de sono para ir ao Vaticano amanhã, pois o último domingo do mês é gratuito. Já vi que vai ser cansativo.
Comments are off for this postA Torre de Pisa
No último dia de Florença, antes de embarcar para Roma às 16h50, resolvemos pegar um trem para Pisa pela manhã e tirar à tradicional foto com a torre de Pisa. Não vale a pena dormir por lá para quem estiver planejando fazer isso.
O ticket custa €5, leva 1h e existe uma certa frequência para a cidade o que acabou deixando para comprar o ticket na hora.
Chegando em Pisa, siga o fluxo. A torre fica à uns 15-20 minutos de caminhada da estação e todo mundo segue para lá. Se você ficar em dúvida, basta perguntar para qualquer pessoa na rua, eles com certeza saberão te ajudar.
A torre é muito menor que eu imaginava, mas mesmo assim grande e bonita. Fiquei impressionado e feliz de estar ali, afinal, é como reviver as centenas de fotos que eu já vi de outras pessoas.
Não é permitido andar no gramado mas mesmo assim centenas de pessoas ignoram e vão para o meio dele. É um tanto quanto engraçado, porque após um tempo os guardinhas vêem e tiram todo mundo. Isso dura uns 15 min quando as pessoas começam a invadir o campo novamente, he he.
Eu tirei a famosa foto “segurando” a torre e entre as diferentes poses que tentei fazer com a torre acabei perdendo o meu iPhone, que logo recuperei quando vi alguém correndo e falando pro amigo “a fulana achou um iphone” he he. Ufa!
A catedral também vale uma visita, custa €2 e fica do lado da torre.
Após 1h ali, resolvemos voltar e almoçar em Florença mesmo.
Comments are off for this postCrítica de Albergue – Florença
Quando comentei com uma amiga que conheci na minha viagem sobre Florença ela logo me sugeriu ficar no Plus Hostel. Não poderia ser melhor, definitivamente um dos melhores albergues que eu já fiquei.
Na verdade parece muito com um Hotel. Você chega, faz o check in, pode pagar quando tiver saindo ou pode pagar na hora. Embora eu não tenha usufluído, eles tem sauna, piscina e restaurantes.
Para utilizar a internet com os computadores deles você paga, mas Wi-fi é gratúito.
No terraço você encontra um bar com uma linda vista e à meia noite eles fecham onde você se dirige para o bar abaixo da recepção. Para comprar alguma coisa você precisa colocar dinheiro no seu cartão, para isso basta ir a recepção e adicionar a quantia que você quiser.
Os quartos são muito limpos, tem ar condicionado e bem espaçoso. Os banheiros ficam dentro do quarto, e apesar de pequenos são bem limpos também.
Nome: Plus Hostel Florence
Site: http://www.plusflorence.com/
Diária mais barata: €22 em um quarto com 8 camas.




