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Florença de Michelangelo
Florença é linda e possui uma grande bagagem em relação à arte no mundo. Continua atraindo milhares de turistas todo ano e foi declarada patrimônio mundial da UNESCO.
Quando for não deixe de visitar o Duomo e a Catedral de Santa Maria del Fiore, The Palazzo della Signoria, A Ponte Vecchio que você encontra vários shops e várias lojas vendendo jóias, Santa Croce Church, Pitti Palace, ver o David original no Piazzale Michelangelo, ter uma vista panorâmica da cidade e de quebra assistir um por do sol lindo, e claro, a Uffizi Gallery, um dos mais importantes museus do mundo com coleções de Botticelli, Da Vinci, Raphael, Michelangelo entre outros.
Por do sol do piazzale Michelangelo
A entrada para ver o David original custa €10 e o mesmo custa para entrar no Uffizi Gallery, mas espere uma fila de quase 2 horas nesse último, portanto leve alguns snacks e água.
Às sexta feiras, no hostel que eu fiquei, eles fazem uma trip chamada Day of Tuscany, que é um dia inteiro em uma vinícola de Toscana aprendendo sobre vinhos, eu acho que vale a pena conferir. Custa em média €30.
Fique atento à Siesta, os restaurantes costumam fechar entre 1 e 4 da tarde para um break de até 3 horas e você pode ficar sem o seu almoço. Sentar em um restaurante ou bar pode te custar por volta de €2.
Aos redores de Florença você tem várias opções de viagem para fazer um bate e volta, entre elas Siena, Pisa e San Gimignano. Se tiver tempo ainda, sugiro até pegar um trem para Veneza, que como eu disse no meu post passado, um dia é suficiente para ver toda a cidade.
Próximo destino, Roma!
4 commentsVeneza não é só para os casais
Pegamos o trem bem cedo, as 9h, com direção à Veneza pois passariamos apenas o dia lá e seguiriamos para Florença. Saindo da estação central de Milão, o ticket custou €29 e demora aproximadamente 2h30.
Escolhemos parar na estação Mestre pois é a única recomendada para guardar as malas. Custa €4 por mala nas primeiras 5h e €0,60 a cada outra hora. Na estação Santa Lucia eu vi lockers também, mas eram armários do lado de fora, um estilo “self-service”, mas não consegui descobrir os preços e nem se funcionava.
O transfer da estação Mestre pra Santa Lucia custa €1,25 e leva 7 minutos.
Fiquei deslumbrado com a cidade. A beleza dos prédios, a simplicidade do lugar, e os detalhes de cada viela é algo de se impressionar. Com certeza uma das cidades mais bonitas que já passei.
Em todo lugar você vê as pessoas passeando com as famosas Gôndolas. E para a minha surpresa não são apenas casais, famílias, amigos, amigas, grupos de até 7 ou 8 pessoas lotando a gôndola, você acaba vendo de tudo. Deixando cair aquela impressão que eu tinha que Veneza era apenas para casais.
Na saida da estação pegamos um ferry pra estação de San Marco. Chegando lá passeamos pelas ruas onde pessoas vendem de tudo, e as tradicionais máscaras podem ser encontrada em qualquer banca.
A Piazza San Marco é linda, lotada de turistas. Me senti como se estivesse em um filme. Só senti falta das pombas que ficam na praça.
Procuramos um restaurante para comer e fiquei mais uma vez impressionado com os preços. Não eram nada absurdo como eu imaginava. Lógico que na praça você vai encontrar refeições por volta de €20-40. Mas andando nas ruelas da cidade você se depara com restaurantes realmente em conta, com pizzas ou massas em torno de €8-10.
Gastei muito comprando sorvete e frutas no copo. Além é claro de água.
Filipe e Marcela resolveram passear de gôndola e eu resolvi deixar o casal sozinho a partir dai e fui explorar a cidade sozinho. A gôndola, para quem tem curiosidade, custa entre €80 e €100 , por 30-40 minutos.
Eles disseram que vale muito a pena, porque além de ter todo aquele toque romântico, você acaba vendo a cidade de um outro ângulo.
Eu andei durante horas e Veneza não tem muito o que oferecer em relação à atrações ou monumentos. Passei por museus, um eu entrei porque era de graça, o museu do instrumento, onde eu tive a oportunidade de ver instrumentos de mais de 200 anos. Adorei passear pelas minúsculas ruas da cidade e observar em cada uma delas a água entre os prédios.
Nos encontramos por volta das 17h30 e voltamos para a estação Mestre para pegar a nossa bagagem e continuar viagem.
Próxima parada, Florença.
No commentsO belo Lago Garda na Itália
Hoje, Filipe me convidou para ir com eles em Lake Garda. Pesei o que seria melhor, ficar em milão e conhecer a cidade ou ir para o Lago. Optei pela segunda opção.
O Lago de Garda (em italiano: Lago di Garda) é o maior lago da Itália e localiza-se no norte do país entre as regiões de Lombardia (província de Bréscia), Vêneto (província de Verona) e Trentino-Alto Adige (província de Trento).
A cidade fortificada de Sirmione, localizada ao sul do lago, é um dos destinos mais populares. Ali você pode ver, além do belo lago, o castelo rodeado por águas, e um spa romano chamado Grotte di Catullo, que são basicamente ruinas, mas muito interessantes e com um visual de tirar o fôlego.
Lago Garda com um visual incrível
Perto dali se encontra o Gardaland, um dos parques mais famosos da Itália, mas não tive a oportunidade de conhecer.
Bom, para chegar lá, saimos de Milão em direção à Sirmione. A passagem custa por volta de €5. Na estação, você pega um trem para o castelo e para as ruinas, basta pedir informação para qualquer loja ali mesmo no terminal. O ticket do ônibus custa €1,25 .
Com certeza é um ótimo passeio.
No commentsMilão, a cidade da moda
Achar um hostel em milão que compensasse foi um desafio. Felizmente eu achei o Hotel Garda, que é bem agradável e muito limpo. Fica a 10 minutos da estação central de trem e tem uma staff bem simpática.
O dono fala português e adora bater papo. Wi-fi custa 5 euros por dia (embora eu não saiba como eles fazem o controle) e não tem computador para acessar internet. Fiquei em um quarto misto de 4 camas e nenhum dos dois dias ficou lotado. O único defeito do quarto é a ausência de ar condicionado, que no verão é realmente um ponto negativo.
Como cheguei em milão bem tarde, por volta das 21h, acabei topando com uma alemã de Berlin e que estava viajando sozinha também. Convidei ela pra sair e comer algo. Como eu não ficaria nenhum dia praticamente em Milão, acabamos indo conhecer a Piazza Duomo.
O Duomo di Milano (Piazza Duomo) é um monumento símbolo do patrimônio Lombardo, dedicado à Santa Maria Nascente e situado na praça central da cidade de Milão, Itália. É uma das mais célebres e complexas construções em estilo Gótico do mundo.
É possível aceder ao seu interior apenas com trajes aprovados pela Igreja Católica (braços e pernas cobertos), do alto do seu terraço é possível vislumbrar toda a cidade de Milão.
Fácil de reparar que cada simples coluna desta catedral/sé/Duomo apresenta representações diferentes (como estátuas, gravuras, pintados) o que ajuda a explicar o tempo de construção da catedral.
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